soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post Por que ter uma loja online? 5 motivos para começar no e-commerce apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Existem muitas razões para investir no comércio eletrônico, aqui listamos 5 delas que acreditamos que vão te incentivar a mergulhar de vez nesse mundo:
Vamos começar falando sobre dinheiro. Você já parou pra pensar no investimento necessário para abrir uma loja física? Você precisa de um espaço bem localizado, mobiliário para a loja, decoração, funcionários e assim por diante.
No comércio eletrônico esses gastos são minimizados, principalmente se estamos falando de uma operação pequena. Você pode começar com um pequeno investimento e ir evoluindo de acordo com as suas vendas.
Os maiores custos iniciais para ter um loja online podem incluir:
Fazendo uma boa pesquisa de mercado, você consegue encontrar um modelo ideal de loja online que cabe no seu bolso e que não vai ser tão alto quanto de uma loja física.
Outra diferença fundamental entre uma loja física e uma loja online é em relação ao horário de funcionamento.
Enquanto as lojas físicas se limitam a um horário comercial, a loja online funciona 24h por dia, todos os dias.
Isso significa que seus clientes poderão comprar seus produtos quando quiserem. E para que isso aconteça você não precisa contratar funcionários para trabalhar nos mais diversos horários, basta deixar a sua loja no ar e funcionando.
Podemos te garantir que não existe sensação melhor do que acordar e encontrar novos pedidos na sua loja que foram feitos durante a madrugada.
Com um loja online você vai muito além da cidade onde está localizado, você pode vender para qualquer lugar do Brasil ou do mundo, não existe limite geográfico no comércio eletrônico.
Por meio de uma boa estratégia de marketing você pode tornar a sua loja conhecida para grupos totalmente novos de clientes, ajudando no aumento das suas vendas.
Além disso, você pode integrar a sua loja com os marketplaces, que são grandes sites que reúnem diversos lojistas em único lugar, como o Mercado Livre ou Submarino, trazendo maior visibilidade para a sua loja e aumentando o alcance de público.
Esse talvez seja um dos motivos mais atraentes para investir em uma loja online, a liberdade de trabalhar como e onde quiser.
Uma realidade muito comum de pequenos empreendedores que começam no comércio eletrônico é a de não abandonar o emprego atual enquanto investem na sua loja online, levando essa atividade em paralelo até que seja seguro sair do emprego.
Essa realidade se adapta com a flexibilidade oferecida pela internet, você pode gerenciar em qualquer horário e lugar, seja de casa , do seu escritório ou até mesmo durante uma viagem.
Defina o seu horário de trabalho e dedique o tempo que achar necessário para a sua operação. Mas é claro que quanto mais tempo dedicado para fazer o seu negócio crescer, melhores serão os seus resultados.
O comércio eletrônico foi um dos poucos setores que, mesmo com o período de crise, registrou crescimento.
Só em 2018 as vendas aumentaram 12%, registrando um faturamento de R$53,2 bilhões, de acordo com dados da Ebit/Nielsen. Datas como Black Friday, Dia do Consumidor e as festividades de fim de ano só ajudam nesse crescimento.
O e-commerce brasileiro está em evolução constante e a tendência é continuar nessa curva de crescimento, visto as comodidades de comprar online.
Esse crescimento demonstra uma boa oportunidade de investimento na área, principalmente se você tem um produto de nicho e com potencial para se destacar em meio a tantas lojas.
Decidiu que quer entrar no e-commerce mas não sabe como começar? Assista ao vídeo dos nossos parceiros da Academia do E-commerce e saiba quais são os 7 passos para começar:
Investir em uma loja online pode ser uma grande chance de você conseguir a sua independência e se tornar dono do próprio negócio. Mas como todo investimento é necessário um bom planejamento e análise dos riscos envolvidos.
Se você tem vontade de investir em uma loja online mas ainda está inseguro sobre como começar, entre em contato conosco, podemos te ajudar nessa.
Ah, e não se esqueça de se cadastrar na nossa newsletter e ficar por dentro de todas as nossas novidades.
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]]>O post Pesquisa aponta preferências de clientes no atendimento online apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Uma pesquisa realizada pela Avaya em conjunto com a IDC (International Data Corporation), revelou que os consumidores preferem uma assistência humana para a maioria das suas solicitações no e-commerce, mostrando que se transformar digitalmente pode ser animador para a maioria das empresas, mas que nada substitui o toque humano.
Enquanto o atendimento com bots pode resolver facilmente solicitações simples como verificar o status de um pedido ou confirmar o pagamento de uma compra, os consumidores ainda preferem o contato humano quando falamos de situações mais complexas como registrar uma reclamação sobre a empresa ou tirar dúvidas sobre produtos.

Os resultados mostram que buscar uma harmonia entre o atendimento pessoal e as interações com bots é o melhor caminho para o serviço ao cliente, somando habilidades humanas, como empatia e criatividade, com a capacidade de processamento rápido das máquinas.
Entretanto, a pesquisa aponta que o grande desafio está na falta de habilidade e na resistência da maioria das empresas em trilhar esse caminho. Os resultados mostram que mais de um terço das companhias consideram difícil conciliar o atendimento humano com a interação digital.
As maiores barreiras são:
A pesquisa contou com a participação de 751 executivos e 600 consumidores de 15 países diferentes, incluindo o Brasil.
A pesquisa completa, em inglês, pode ser acessada aqui.
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]]>O post Relatório: O Comportamento do consumidor online em 2018 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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O relatório, que contou com dados de mais de 35 milhões de consumidores cadastrados, traz insights sobre vendas, categorias e as principais datas para o comércio eletrônico.
Um dos grandes destaques do relatório são os dados de vendas do segundo semestre, que concentrou 60,45% das vendas do ano, enquanto o primeiro semestre ficou com 39,55% das vendas.
Esse aumento foi impactado principalmente pela Black Friday, que sozinha representa 1,88% do total de acessos no ano, um volume 6,5 vezes maior do que o Dia do Consumidor em 15 de março, segunda data com o maior número de tráfego.
O aumento de visitas pode ser explicado pela expectativa que a Black Friday gera no consumidor, que procura por novos sites em busca das melhores ofertas. Esse também é um ótimo momento para cadastrar novos leads e trabalhar para que eles se tornem clientes fidelizados.
Já nas categorias de produtos, o destaque ficou para o seguimento de Beleza e Saúde, com 35,78% das vendas. O Top 5 das categorias mais vendidas ficou assim:
Na divisão por gêneros, as mulheres consumiram mais nas categorias de Bebês (92,41%), Moda (89,23%) e Beleza e Saúde (83,63%). Enquanto os homens concentraram suas compras em Informática (92,58%), Bebidas (70,12%), e Eletrônicos (65,54%).
Na variação de vendas por região, o Sudestes teve a maior participação com 67,29% das vendas. São Paulo foi o estado que mais contribuiu com esse número, tendo 40,49% de participação.
O relatório também analisou as variações de vendas de acordo com o dispositivo utilizado.
O mobile continua crescendo nas vendas no e-commerce e já corresponde a 24% das vendas totais, mas o Desktop continua na frente com 76% das vendas.
Porém, quando analisadas por categorias, algumas vendas já se aproximam do total vendido no desktop. No mobile, a categoria de móveis vendeu cerca de 46,7%.
Além dessas informações, o relatório também conta com análises detalhadas das principais datas do comércio eletrônico, métodos de pagamento, canais de atendimento e ticket médio.
Para acessar o estudo completo, clique aqui.
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]]>O post Como escrever uma boa descrição de produto apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Infelizmente muitas empresas estão colocando descrições fracas nos seus produtos e não sabem como melhorar isso. Mas é claro que existe uma forma de corrigir isso, entendendo como as descrições são essenciais para os seus produtos você pode criar um plano para melhorar ou criar novas descrições que vão te ajudar a vender. A seguir vamos te mostrar o que você precisa saber.
Vamos supor que você está procurando por uma roupa. Você tem um casamento para ir e você quer ficar bem vestida. Você começa a procurar por opções na internet e encontra algumas que se encaixam no que você precisa.
Você encontra dois vestidos muito bons e a diferença de preço entre eles é bem pequena. Então você vai até a descrição de cada produto para conseguir decidir qual levar. Qual seria mais confortável? Qual se encaixa melhor no seu estilo?
Então você deve escolher entre “vestido de festa elegante de renda” ou “esse vestido é a melhor opção para te acompanhar em uma ocasião especial”. A segunda opção é claramente mais atrativa, e você provavelmente está mais inclinada a escolhe-la.
Por esse exemplo podemos ver como a descrição do produto tem um impacto gigantesco na forma como os consumidores veem seus produtos e a sua marca, e melhorar essas descrições pode ter um efeito positivo nas suas vendas.
Não importa se você é novo no e-commerce ou já possui uma marca estabelecida, essas dicas podem ser muito úteis.
Se você não tem uma buyer persona, essa é a hora de criar uma. Uma buyer persona é um personagem ficcional que possui as características que você mais deseja nos seus clientes, ela é essencial para segmentar e definir o tom de voz da sua descrição, garantindo que você alcance o público certo.
Esse personagem é mais do que uma imaginação.
De acordo com o Kissmetrics, “Uma buyer persona é um cliente imaginário. É a pessoa para quem você desenvolveu o seu produto e deseja vendê-lo. Ele ou ela representam o seu público alvo, mas de uma forma mais real do que uma descrição vaga de alguns dados.
Se você já possui uma buyer persona, aproveite para dar uma revisitada no perfil criado e analise se ele está de acordo com o que você precisa. Se você achar necessário, você pode criar outras buyer personas para uma maior segmentação de público.
Se você quer vender o seu produto é importante entender o que o diferencia dos demais. A melhor forma de fazer isso é listando todas as características e benefícios do seu produto.
Os seus clientes precisam saber porque o seu produto é especial. Com isso em mente, comece a escrever uma lista das melhores coisas sobre o seu produto. Depois, utilize essa lista para escrever a sua descrição.
Olhe para a sua empresa: vocês são engraçados e irreverentes ou sérios e fechados? Ambas as abordagens podem ser válidas, mas podem não ser adequadas para todas as marcas. O seu tom de voz é uma das primeiras coisas que o diferencia da sua concorrência e ajuda os consumidores a terem uma ideia da personalidade da sua marca.
Com isso em mente, defina o tom de voz que você irá usar na descrição dos seus produtos antes de começar a escrever. Lembre-se que o tom utilizado deve ser o mesmo do seu site e de outras peças de marketing da sua marca.
As melhores descrições de produtos possuem uma coisa em comum: são fáceis de entender na primeira olhada. Isso acontece porque as pessoas não costumam ler blocos enormes de texto, e a escaneabilidade vem para trazer uma hierarquização nas informações e deixa-las mais fáceis para o entendimento dos consumidores.
Assim, desmembre os principais benefícios e características do produto que você já listou anteriormente e os coloque em destaque com bullet points. Esses pontos principais podem ser precedidos por um subtítulo destacando os benefícios do produto.
Seja livre para criar uma explicação mais detalhada do seu produto na sua descrição, mas se atente a reduzir partes excessivas, palavras desnecessárias, e deixe simples o suficiente para que possa ser lido e entendido rapidamente.
Um dos maiores erros na hora de criar a descrição de um produto é escrever e publicar em seguida. Isso pode fazer com que você esqueça informações importantes, fique fora do seu tom de voz ou deixe a sua descrição desleixada e apressada.
Ao invés disso, faça um rascunho. Escreva as informações que você já levantou e deixa-as organizadas para a leitura. A partir disso, melhore a descrição com detalhes adicionais.
Por fim, adapte o seu tom de voz e abordagem e faça uma revisão completa para corrigir erros.
Não faça a sua descrição ser toda sobre a sua marca, lembre-se que os consumidores querem saber como o seu produto pode ser útil para eles. Assim, crie uma descrição com foco no cliente.
Isso significa escrever em uma linguagem clara que possa ser entendida por todos, focando em como o produto pode ajudar no dia a dia das pessoas por meio de uma perspectiva do seu público alvo.
Um dos últimos passos para criar a sua descrição é otimizar o seu texto para os mecanismos de busca. Certamente o seu texto já deve conter termos que os usuários utilizam para pesquisar pelo produto, mas aqui vão algumas dicas adicionais:
Esse tipo de otimização te ajuda a se destacar nas buscas orgânicas e faz com que os clientes achem seu produto mais facilmente.
Fazer uma compra, em sua essência, é uma ação movida por emoções. Ao entender isso, você pode desenvolver essas emoções no seu texto e usa-las em sua vantagem.
Tente trazer sensações através do seu texto, diga aos seus clientes qual a sensação de usar um produto e ajude-o a entender melhor como será o uso dele.
Essa dica é um complemento da linguagem emocional, escolher bem as palavras que vão compor o seu anúncio pode trazer sensações de urgência, de estimulação e até de bom humor.
Não exagere, escolha algumas palavras que possam trazer a sensação que você deseja e utilize na sua descrição.
Ao fazer o seu texto, tente conversar diretamente com o cliente. Utilize “você” e direcione o seu discurso ao leitor, assim você ajudará o consumidor a se ver utilizando o produto.
Isso cria uma conexão emocional entre os consumidores e o seu produto, aumentando a probabilidade da compra.
Essas são as nossas dicas, você pode analisar e ver qual se encaixa melhor no seu negócio para colocar em prática, tornando seus produtos mais atraentes e gerando vendas.
Fonte: Ready Cloud
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]]>O post Plataforma Shoppub: 4 novas lojas apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>A Lejon entrou no mercado em 2001 com a missão de produzir os melhores calçados no segmento de Skatewear, Streetwear e Casual Style. Atualmente a marca se consolidou como uma das principais desse segmento, produzindo, além dos calçados, camisetas, bonés, meias, chinelos, mochilas e shapes para skate.
Com fábrica própria e uma marca genuinamente brasileira, a Lejon é uma loja que preza pela qualidade na produção e desenvolvimento de seus produtos. E agora, a Lejon estreia a sua loja online pela Shoppub.
Conheça a loja e traga mais estilo no seu visual.
A Dama Semijoias surgiu de forma despretensiosa, a professora Rosângela Gonçalves começou a revender semijoias como uma forma de fazer uma renda após deixar de dar aulas.
Porém, o negócio foi além do que ela esperava. Ela começou a ser indicada pelos seus clientes e cada vez mais conhecida pela seu trabalho. Se tornou empreendedora no ramo de joias e descobriu o sentido de trabalhar com aquilo que ama.
Hoje, a Dama é uma empresa que entrega encantos e possibilidades na forma dos mais diversos acessórios.
Clique aqui para conhecer a loja.
O Atacado Santa Cecília é uma loja de importados para decoração de festas e ambientes. A loja busca sempre por novidades e tendências, oferecendo produtos atuais aos seus clientes.
Com foco no mercado B2B, a loja traz praticidade para comerciantes que queiram revender esse tipo de produto e não querem passar pelo processo de importação.
Acesse a loja clicando aqui.
Fundada em 1995, a Doctor Frio possui mais de 20 anos de experiência no mercado de ar condicionado. Especializada na área de climatização, a empresa é uma das mais importantes nesse setor no Brasil.
Na sua loja online eles oferecem as melhores opções de ar condicionado, priorizando produtos que garantam bem-estar sem esquecer da saúde e qualidade de vida das pessoas.
Visite a loja e garanta o conforto que a sua casa precisa.
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]]>O post Multi loja: universo compartilhado no e-commerce apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Nesse cenário queremos apresentar uma nova funcionalidade da plataforma Shoppub, a Multi Loja, que oferece um único núcleo que centraliza a administração de todas as lojas. Com essa funcionalidade é possível ter várias lojas independentes mas que são gerenciadas de forma unificada.
Uma plataforma Multi Loja tem potencial para ampliar o negócio de um e-commerce. Através de um núcleo se cria uma segmentação para melhor atender os seus clientes.
Uma administração, várias lojas: Uma empresa que trabalha com calçados, por exemplo, poderia criar uma loja que vende apenas tênis esportivos, outra para sapatos sociais e um hotsite para vender alguma linha específica de produtos, e o gerenciamento de todas essas lojas seria em um único administrativo na sua plataforma de e-commerce.
Assim, 3 linguagens diferentes são trabalhadas, existe uma segmentação melhor de público, além de facilitar a navegação do usuário que não vai precisar buscar tanto ou navegar por vários níveis de categorias até encontrar a seção ou produto desejado.
Brasil e Mundo: Outro cenário possível com o Multi Loja é o de uma loja para o Brasil e outra loja para o público internacional, com possibilidades de diferenças de preços, idioma e até formas de pagamento.
B2B e B2C: Além de unificar o gerenciamento, a opção de Multi Lojas também permite que exista um compartilhamento de informações e funções entre as lojas. Por exemplo, uma loja pode ter uma versão B2C e uma versão B2B com os mesmos produtos porém com valores diferentes, definidos através de recursos campanhas para cada mercado.
O compartilhamento de informações entre as lojas é uma das maiores vantagens dentro do gerenciamento Multi Loja. Se você vende o mesmo produto em mais de uma loja não é necessário cadastra-lo mais de uma vez nesse modelo.
Ao cadastrar um produto o lojista define para qual loja ele será disponibilizado, podendo escolher que ele fique disponível em apenas uma loja ou mais de uma loja.
O estoque dos produtos também se torna centralizado, se a última unidade for vendida em uma loja ele se esgota em todas.
Os pedidos são recebidos pela plataforma e identificados com a loja de origem, permitindo que o andamento do pedido seja personalizado de acordo com a logística de cada loja, incluindo embalagens e formas de envio.
Além do catálogo de produtos, as páginas dinâmicas, configurações e relatórios também podem ser compartilhados, e até mesmo banners caso as lojas possuam a mesma estrutura de design.
A administração unificada permite um gerenciamento conjunto de todas as lojas sem impossibilitar que uma análise individual de cada loja seja feita através de filtros dentro da plataforma.
Vale destacar que cada loja possui um domínio próprio e cada uma poderá ter uma linguagem visual única e não relacionada com as outras lojas.
Dentro da opção de Multi Loja você pode configurar cada canal de forma diferente, com personalizações únicas para cada loja. A sua plataforma se torna uma base para vários negócios.
A identidade visual de cada loja também é única, permitindo que a linguagem seja trabalhada de acordo com seu público alvo e que o design represente a sua marca. A tecnologia permite que cada loja tenha um desenvolvimento de front-end próprio com layouts e funcionalidades diferentes.
Aqui entra uma decisão importante do lojista, ele pode criar suas lojas de forma que exista uma correlação entre cada identidade para que o usuário reconheça e perceba que elas fazem parte do mesmo grupo, ou pode decidir trabalhar com identidades diferentes e apresentar cada marca como única. Para o usuário será impossível saber que as lojas possuem o mesmo núcleo.
O cenário financeiro de cada loja também pode ser personalizado com formas de pagamento diferentes em cada uma.
As possibilidades apresentadas pelo cenário Multi Loja trazem um potencial de crescimento para um e-commerce quando falamos em segmentação, economia de tempo e gerenciamento centralizado.
Algumas plataformas de e-commerce no Brasil, como a Shoppub, já oferecem essa ferramenta para seus clientes. Com a estratégia correta a opção de Multi Loja pode ser muito vantajosa no e-commerce.
Se o seu e-commerce se enquadra nesse perfil entre em contato e traga a sua loja para a nossa plataforma. Temos certeza que cresceremos muito juntos.
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]]>O post Dia do consumidor: os direitos de quem compra online apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Um dos primeiros questionamentos da pesquisa foi sobre a diferença de tratamento do e-commerce pela lei, apenas 33,9% dos participantes escolheram a resposta correta, que há uma diferenciação entre o direito do consumidor on-line e off-line. Contudo, quando perguntados sobre o direito de arrependimento, 73,9% responderam corretamente, dizendo que o prazo para devolução do produto no e-commerce por arrependimento é de até 7 dias.
O direito de arrependimento é uma lei exclusiva do e-commerce, o consumidor pode se arrepender de uma compra em até 7 dias após receber o produto. Essa lei foi estimulada pois é impossível para o cliente ter uma impressão real do produto que está comprando pela internet. O consumidor não precisa se justificar nesse caso, apenas informar a empresa que deseja devolver o produto por arrependimento.
Sobre as despesas com a devolução no caso de arrependimento, 60% dos entrevistados responderam corretamente que “a loja virtual é responsável pelas despesas com devolução”. No caso de devolução por defeito, 98,7% dos entrevistados sabem que tem o direito de solicitar a devolução do dinheiro ou a troca do produto.
Outros ponto destacado pela pesquisa são as propagandas enganosas, 71,5% dos consumidores sabem que devem procurar o Procon nesse caso. Outra prática que também não é permitida é a divulgação de um preço e cobrança de outro na hora do pagamento, 92,8% sabem que devem exigir o cumprimento da oferta anunciada, sem acréscimos e demais encargos não informados. O Procon é mencionado novamente caso o cliente se sinta lesado por um produto ou serviço adquirido em uma loja virtual, 95,9% procurariam a loja para resolver o problema, e se não resolvesse, reclamariam junto ao serviço de proteção ao consumidor.
Sobre as obrigações das lojas, 98,5% acertou ao dizer que as lojas são obrigadas a apresentar informações detalhadas sobre o produto vendido, e 91,9% sabe que as lojas devem apresentar informações completas de contato como telefone, endereço, CPF ou CNPJ.
Em geral, os participantes mostrarem estar bem informados sobre os seus direitos no e-commerce e sabem lidar com as situações adversas que podem surgir de uma compra on-line.
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]]>O post Os direitos do consumidor no e-commerce apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Em 2013 foi sancionado o decreto 7.962/2013, que atualiza o Código de Defesa do Consumidor (CDC) com os direitos básicos do consumidor em relação a compras realizadas pela internet, além de incluir obrigações às lojas online. Porém, muitos clientes ainda desconhecem quais são esses direitos e condições básicas para que uma compra online seja válida.
Veja abaixo alguns dos direitos do consumidor no comércio eletrônico.
Informações e proteção: O consumidor tem direito a informações completas sobre o fornecedor do produto, como razão social, CNPJ e endereço. Além de informações claras sobre o produto e/ou serviço contratado, incluindo informações sobre riscos à saúde e segurança, preço, despesas adicionais com entrega ou seguro e formas de pagamento. Estas informações devem ser claras, exatas, de fácil acesso e visualização, e fornecidas de forma a permitir ao consumidor o real exame antes de se comprometer com a transação.
Arrependimento: Conhecida como “Lei do Arrependimento”, o artigo 49 do CDC diz que o consumidor tem direito de desistir da compra de um produto ou serviço em até 7 dias após o recebimento do produto ou contratação do serviço. O consumidor não precisa pagar se ocorrer o arrependimento, e também não precisa justificar o motivo pelo qual decidiu cancelar a compra, bastando entrar em contato com a empresa e informar que deseja cancelar a compra por arrependimento. Muitas vezes o cliente recebe um produto que não condiz com o anunciado no site e essa lei visa esse tipo de situação, além de auxiliar clientes que compraram por impulso.
Compras coletivas: Devem ser claras as informações sobre a quantidade mínima de consumidores para que a oferta tenha efeito, além do prazo para utilização da oferta e identificação do responsável pelo produto ou serviço oferecido, com informações como endereço e contato.
Serviços: No caso de contratação de serviços, o cliente tem direito a acessar um sumário do contrato antes de finalizar a compra, contendo informações básicas para que o cliente exerça o seu direito de escolha. Após a contratação do serviço, o contrato deve ser disponibilizado imediatamente ao consumidor de forma integral. A empresa também deve oferecer um serviço de atendimento ao cliente por meio eletrônico, possibilitando ao consumidor tratar diferentes solicitações como tirar dúvidas, reclamações ou cancelamentos.
É sempre bom lembrar que e-mail é um documento e tem validade legal, as lojas devem enviar ao cliente todos os registros sobre cada passo da sua compra para que o cliente possa arquivar essas informações.
Para acessar o decreto completo com todas as informações sobre os direitos do consumidor no comércio eletrônico, clique aqui.
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