soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post E-commerce registra crescimento de 47% durante a pandemia apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Com esse aumento na oferta e no consumo online, somente no mês de abril o e-commerce cresceu 47%, isso é o que indica um estudo realizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) em parceria com a Konduto.
De acordo com Maurício Salvador, presidente da ABComm, “O resultado é que hoje a curva do e-commerce brasileiro já é muito maior do que no início de 2020. Depois da queda de 20% das vendas no começo da quarentena, o brasileiro voltou a comprar, e o setor registrou crescimento acumulado de 47% de pedidos ao longo do mês de abril”.
Em relação ao ticket médio, a pesquisa mostrou um aumento de 18%, chegando a R$492,23, contra R$417,82 em relação ao início de março.
Para chegar a esses números a pesquisa analisou 25 milhões de pedidos realizados em 4 mil lojas no período de 1 de março a 25 de abril. Entre os setores analisados estão artigos esportivos, auto peças, bazar/importados, bebidas, bijuterias e acessórios, brinquedos e jogos, calçados, cosméticos, eletrodomésticos, eletrônicos, farmácia, livraria, moda, móveis e decoração, moda, ótica e supermercados.
Para realizar a pesquisa foram analisados 4 períodos distantes dos últimos meses no e-commerce. O primeiro período analisado foi de 1 a 14/03, antes do início do isolamento. O segundo foi de 15 a 28/03, já com o isolamento iniciado. O terceiro foi de 29/03 a 08/04 e o quarto e último de 09/04 a 28/04.
Durante cada período, foi analisado o ticket médio no comércio eletrônico:
Durante as primeiras semanas de isolamento social algumas categorias tiveram um grande aumento de vendas, sendo a de brinquedos e jogos a que registrou o maior salto entre todas, com um aumento de 434,70% nos pedidos.
Além dela também registraram aumento:
Indo na contramão, as categorias que mais registraram queda forma:
Esses números acabaram mudando nas semanas seguintes, com queda no setor de brinquedos de 37,54% e retomada no setor de bebidas com 54,27%.
O momento de incerteza causado pela pandemia provocou um baque em diversas categorias do e-commerce conforme a população se ajustava a uma nova realidade. É comum que muitas categorias ainda estejam tentando retomar o ritmo de vendas enquanto outras assumem o protagonismo no e-commerce.
Com esse cenário a expectativa é que o comércio eletrônico continue nessa curva de crescimento, pelo menos pelas próximas semanas e enquanto o comércio físico estiver fechado.
Com informações do E-commerce Brasil.
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]]>O post Google inicia programa gratuito de mentoria para ajudar PMEs apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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O programa conta com mais de 30 mentoras selecionadas por meio de uma parceria com a Rede Mulher Empreendedora, a maior plataforma de empreendedorismo feminino no Brasil.
Pelos próximos dois meses, os interessados poderão agendar uma reunião de 30 minutos com as mentoras para serem orientados sobre seis temas distintos: Marketing Digital, Vendas On-line, Finanças e Contabilidade, Apoio Jurídico, Inteligência Emocional e Inovação e Modelos de Negócios.
No total serão oferecidas 120 sessões de mentoria online gratuitas diariamente, totalizando 5 mil ao final do programa. Então, se você ainda tem dúvidas sobre como começar o seu e-commerce ou como alavancar a sua loja online utilizando marketing digital, essa pode ser uma boa oportunidade para sair do lugar e começar a mudar as coisas.
Marketing Digital: Aprenda como melhorar a divulgação on-line do seu negócio, a atrair novos clientes e fazer o melhor uso das ferramentas disponíveis no mercado de acordo com o perfil da sua empresa.
Vendas on-line: Esse é o tópico mais importante para os lojistas do e-commerce. Com essa mentoria você tira suas dúvidas sobre como oferecer o seu produto na internet, sobre o processo de vendas on-line e quais técnicas você pode utilizar na sua loja. Além de aprender a montar uma estratégia de vendas e quando abrir um e-commerce.
Finanças e contabilidade: Se a sua questão principal é sobre como lidar com o dinheiro ou a falta dele, nessa mentoria você tira suas dúvidas sobre como fazer um planejamento financeiro, organização de fluxo de caixa e como ter acesso a créditos ou empréstimos.
Apoio Jurídico: Aqui as mentoras vão te ajudar sobre como proceder com contratos, sobre como gerenciar fornecedores e colaboradores, além de falar sobre questões trabalhistas e tributárias.
Inteligência Emocional: Aprenda mais sobre como identificar as suas emoções e como lidar com elas. As mentoras vão te ajudar a equilibrar trabalho e família, tomar decisões mais assertivas e exercer um papel de liderança nesse período.
Inovação e Modelos de Negócio: Nessa área você tira suas dúvidas sobre quais inovações podem ser colocadas em prática nesse momento, além de como executar um novo modelo de negócio para aumentar suas vendas.
O processo para participar das mentorias é bem simples:
Lembrando que para participar é necessário ter uma conta no Google.
A Mentoria Cresça com o Google surge em um momento muito delicado da nossa economia e vem para ajudar aqueles que serão os mais afetados: as pequenas e médias empresas. De acordo com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), cerca de 13 milhões de PMEs sentirão os impactos da pandemia no seu negócio.
Com a ajuda do programa, esses empreendedores poderão aprender novas formas de gerenciar sua empresa e ter ajuda para manter seus clientes, sua receita e seus funcionários.
O agendamento das mentorias já está aberto e fica disponível até junho de 2020, então é melhor não perder tempo e já agendar a sua sessão.
Outro ponto importante é que existe um limite de participação em uma mentoria por tema a cada 30 dias. Então escolha bem o seu tema de interesse.
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]]>O post 40° Webshoppers: E-commerce cresce 12% no primeiro semestre de 2019 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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De acordo com o relatório, o e-commerce teve um crescimento de 12% nas vendas no primeiro semestre de 2019, em relação ao mesmo período em 2018. Esse crescimento representou um faturamento de R$ 26,4 bilhões para o comércio eletrônico.
Já em relação ao volume de pedidos, o primeiro semestre de 2019 registrou R$ 65,2 milhões em pedidos realizados, totalizando um aumento de 20%.
A pesquisa também disponibilizou um pequeno gráfico mostrando a progressão desses indicadores nos últimos 4 anos:

Parte desse crescimento se deve ao aumento de novos consumidores no comércio eletrônico. Cerca de 5,3 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra no e-commerce nesse primeiro semestre de 2019, representando um total de 18,1% dos consumidores.
Em relação ao mesmo período de 2018, esses números representam um aumento de 7% a mais de consumidores no e-commerce, num total geral de 29,4% milhões de clientes.

O Webshoppers também trouxe dados sobre as vendas em cada região do País. Seguindo a tendência dos últimos anos, o sudeste mantém sua relevância para o e-commerce nacional concentrando um faturamento de R$14,9 bilhões no setor, registrando um crescimento de 9%.
Porém, outras regiões também registraram um crescimento expressivo. O Sul obteve um crescimento de 29%, com um faturamento de R$5,4 bilhões. Já a região Norte, apesar de um faturamento abaixo de R$1 bilhão, conseguiu um crescimento de 36% nas suas vendas.

As redes sociais também tiveram o seu destaque no comércio eletrônico. De acordo com a pesquisa, elas são o segundo maior motivador de compras, perdendo apenas para sites de buscas.
Sendo o Facebook a que mais motivou compras no primeiro semestre de 2019, com 53% dos consumidores citando a rede. O Instagram ficou logo em seguida, com 32% das menções.
Além disso, 80% dos consumidores que compraram por indicações de redes sociais ficaram satisfeitos em relação ao preço e ao produto.
Por fim, a Ebit/Nielsen apresenta algumas dicas para que os lojistas melhorem as suas estratégias para o seu negócio de acordo com os resultados do relatório Webshoppers:
1 – Interface com o consumidor
Os consumidores estão ainda mais exigentes e demandam uma experiência de compra cada vez mais simples, fácil e rápida. Para ir de encontro com essas necessidades, invista em melhorias na navegação da sua loja e facilite o processo de checkout.
2 – Sortimento diferenciado
Existem muitos novos consumidores chegando no e-commerce. Entender quais produtos trabalhar no online é essencial para atender as novas demandas. Pense no seu mix de produtos, categorias e, se necessário, se baseie na Curva ABC para organizar o seu estoque.
3 – Reputação de ponta a ponta
Toda a jornada do consumidor, desde a intenção de compra até o pós-venda, impacta na relação dele com a sua marca. Certifique-se de que todos esses pontos estão alinhados e que a sua loja online ofereça uma experiência de compra completa e que atenda as necessidades do consumidor, garantindo a sua boa reputação online.
4 – Multicanais se complementam
Online e Offline são complementares. Se você também possui uma loja física, é importante definir como esse canal pode coexistir com a sua loja online sem sobrepor suas propostas de valor. Lembrando sempre da importância de uma operação omnichannel.
Se quiser ter acesso aos dados completos do 40° Relatório Webshoppers clique aqui.
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O número de pedidos também cresceu, somando 6,14 milhões, e o tíquete médio registrado até o fim da sexta-feira (23) foi de R$608, um crescimento de 8%. Já o número de consumidores únicos, aqueles que realizaram ao menos uma compra online, foi de 2,41 milhões, um aumento de 9% em relação a 2017.
Um dos motivos que explica o sucesso da Black Friday 2018 foi o alto faturamento na quinta-feira, véspera do evento. Foram 1,18 milhões de pedidos gerando R$608,7 milhões em vendas.
De acordo com Ana Szasz, o ritmo de compras também foi fundamental nesse sucesso, se mantendo constante durante todo o dia e aumentando a noite.
“A marca da Black Friday do ano passado foi superada por volta das 17h. O consumidor aproveitou a volta do trabalho à noite também para fazer compras, o que resultou em aumento de 40% nas vendas, quando comparado ao mesmo período do ano passado”, disse.
Do ponto de vista do mercado, Ana destaca que os varejistas também tiveram um papel importante no crescimento das vendas, se mostrando mais estruturados e preparados para receber a quantidade extra de clientes na data. Além de investir em tecnologia e publicidade.
“Os lojistas tinham produto, tecnologia e pessoas trabalhando para garantir as vendas. Além disso, eles foram criativos e guardaram alguns anúncios de oferta. Também percebemos que houve um acompanhamento detalhado do que estava sendo vendido, e ajustes estratégicos foram realizados para promocionar certos itens”, pontuou.
Os cupons de desconto também foram um atrativo para os consumidores. De acordo com o Cuponomia, foram resgatados 770 mil códigos de desconto para uso no e-commerce, um crescimento de 40% em relação ao ano passado.
Quem optou por utilizar os códigos promocionais conseguiu economizar até 20% nas compras. O faturamento geral das vendas com cupom foi de aproximadamente 22 milhões, e o tíquete médio ficou em torno de R$528, abaixo da média total divulgada pela E-bit.
Entre os produtos mais comprados com os cupons, destacam-se os smartphones, maquiagens e cosméticos, livros, Smart TVs e eletroeletrônicos.
Além do aumento nas vendas, a Black Friday 2018 também movimentou as redes sociais, se tornando um dos assuntos mais comentados pelos usuários no final de semana.
No Twitter, o Brasil ficou em segundo lugar no ranking mundial entre os países que mais postaram sobre a data, ficando atrás somente dos EUA. O Reino Unido, a França e a Espanha completaram a lista dos cinco países que mais utilizaram a #BlackFriday.
No total, foram contabilizados 5,8 milhões de tweets sobre a data no mundo. As hashtags mais usadas foram #BlackFriday, #Desconto, #Promoção, #Oferta, #Design e #Moda.
Com informações do portal E-commerce Brasil.
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]]>Marcada para 23 de novembro, espera-se que a Black Friday desse ano receba cerca de 4 milhões de pedidos, uma alta de 6,4% em relação ao ano anterior. O ticket médio também deve ter alta, ficando em R$607,50, um crescimento de 8%.
O estudo da Ebit/Nielsen ainda aponta uma consolidação da data como uma das mais importantes do e-commerce nacional, cerca de 88,6% dos consumidores tem intenção de comprar na Black Friday, e apenas 35% dos consumidores ainda desconfiam dos descontos oferecidos na data.
A credibilidade continua sendo um fator fundamental para a Black Friday, cerca de 39% dos consumidores disseram que a confiança na marca é determinante na escolha de onde comprar. Além disso, um menor prazo de entrega também é fundamental para 26% dos compradores.
Apesar da Black Friday ser celebrada em apenas uma sexta-feira, é comum que muitos lojistas utilizem o período pré e pós data para expandir as ofertas. Esse comportamento já é conhecido dos consumidores, o que faz com que eles distribuam suas compras ao longo da semana em que o evento acontece.
A maior parte dos consumidores, 46%, pretende realizar suas compras na sexta-feira, outros 22% pretendem comprar após a data, entre os dias 24 e 30. Já 13% preferem aproveitar promoções pré Black Friday, entre os dias 16 e 22.
Mesmo com a proximidade com as festas de fim de ano, a Black Friday não deve representar uma ameaça as vendas de Natal. Apenas 26% e 20% dos consumidores pretendem aproveitar a data para adiantar as compras de natal e “comprar algo para a família” e “dar de presente”, respectivamente.
A grande maioria dos consumidores, 69%, pretende comprar algo para uso próprio.
A pesquisa da Ebit também questionou quais as categorias mais desejadas pelos consumidores nesse ano. O Top 10 ficou assim:
Para realizar o estudo, a Ebit/Nielsen conduziu um questionário online que contou com a participação de 3013 consumidores entre os dias 25 de julho e 14 de agosto de 2018.
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]]>Realizada desde 2015, a pesquisa, “O Perfil do E-commerce Brasileiro 2018”, computou dados de mais de 20 milhões de sites brasileiros e foi realizada no período de maio de 2017 a maio de 2018. A seguir, você confere os principais pontos do estudo:
Atualmente, as lojas online representam 5,63% dos sites ativos no País, um total de 675 mil e-commerces. Esses lojistas se mostraram atentos as mudanças do mercado, apostando em versões responsivas de suas lojas.
Em 2017, apenas 24,2% das lojas possuíam uma versão mobile. Esse número subiu para 76,36%, mostrando que as lojas estão se adaptando ao aumento dos acessos por smartphones, tablets e afins. Além disso, lojas 100% responsivas são melhores ranqueadas pelo Google.
Também houve um aumento em lojas com aplicativos próprios, em 2017 apenas 3,47% das lojas contavam com aplicativo, esse número cresceu para 13,86%.
Um dado curioso mostrou que houve um aumento na quantidade de produtos mais baratos no comércio eletrônico. Foi observado um preço médio abaixo de R$100, relativo a todos os produtos de uma loja, em cerca de 84% das lojas online do Brasil.
Também foi observada uma crescente na oferta de mix de produtos. Lojas online com mais de uma centena de produtos variados representam 33,51% do mercado. Por outro lado, as lojas de nicho, com até dez tipos de produtos oferecidos, tiveram uma queda de 18,73% e agora somam 58% de participação no e-commerce.
Além disso, tivemos um aumento considerável no número de lojas físicas que também possuem uma loja online. Em 2017, apenas 4,93% dos e-commerces trabalhavam no mundo físico e na internet. O resultado da pesquisa mostrou que esses e-commerces agora representam 13% do mercado.
A quantidade de grandes lojas, com mais de meio milhão de visitantes mensais, também cresceu, representando 7,53% das lojas do e-commerce, ante a participação de 0,17% no ano anterior.
As redes sociais ganham cada vez mais força como um dos principais meios de contato com os consumidores. Atualmente, cerca de 80% das lojas online utilizam as redes sociais para promover as suas vendas, um aumento de 8% em relação a 2017.
O ranking das redes mais usadas ficou assim:
– 71% das lojas tem presença no Facebook,
– 43% no Twitter,
– 31% no Youtube,
– e 16% no Instagram.
Infelizmente, a pesquisa demonstrou uma queda na preocupação dos lojistas com a segurança das suas lojas. No ano passado, cerca de 91% das lojas utilizam protocolos de segurança SSL, esse número caiu para 74% esse ano.
Apesar de ainda ser um valor alto, essa queda preocupa, pois, um dos motivos que mais afligem os consumidores na hora de comprar pela internet é em relação a segurança dos seus dados.
Confira todos os destaques da pesquisa no site do PayPal.
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]]>O post Black Friday 2017: Crescimento pode chegar a 20% apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Essa previsão de crescimento é de uma pesquisa do Google, a “Thank God It’s Black Friday” ouviu cerca de 800 consumidores e analisou o cenário para 2017.
A participação do consumidor é certa, desde 2013 o público só aumenta na data. De acordo com a pesquisa 71% dos consumidores já comprou alguma vez na Black Friday, isso mostra que a data vem ganhando a confiança dos consumidores.
A intenção de compra também está em alta, cerca de 68% pretendem comprar algo na Black Friday de 2017. Em 2016 esse número foi de 61%.
Sobre os fatores que ajudam na hora de finalizar a compra, os principais são preço e confiança na loja.
– Preço do produto 49%
– Confiança na loja 27%
– Confiança na marca 13%
– Frete 5%
– Pagamento parcelado 3%
– Tempo de entrega 2%
Os consumidores também demonstraram um senso de lealdade as lojas que já conhecem, com 32% dos entrevistados dizendo que todas as suas compras foram feitas nas mesmas lojas que compram regularmente.
– Todas minhas compras foram nas mesmas lojas 32%
– Quase todas as compras foram nas mesmas lojas 34%
– Metade das compras foram nas mesmas lojas 11%
– Boa parte das minhas compras foram em lojas novas 17%
– Todas as compras foram em lojas diferentes 6%
A pesquisa também identificou 5 perfis distintos de consumidores:
Ainda estão desconfiados se o desconto oferecido é real e precisam confirmar os preços.
Ficam confusos com a quantidade de ofertas e opções. Acabam sendo influenciados por outras pessoas.
Querem saber o que os amigos estão comprando e se atualizam com todas as novidades possíveis.
Não possuem uma ideia fixa do que comprar, decidem no momento e se deixam inspirar.
Os mais envolvidos com a Black Friday, possuem alto nível de engajamento.
Um fato interessante sobre a Black Friday de 2016 foi o aumento na relevância dos pequenos e-commerces. Foi registrado um aumento nas visitas de 161% durante a Black Friday em relação à média de novembro, demonstrando uma boa oportunidade para pequenas e médias empresas. Nos grandes sites esse crescimento foi de 134%.
A pesquisa também mostrou que a Black Friday é mais do que um dia, com muitas vendas ocorrendo nas horas que antecedem o evento e nos dois dias seguintes. Cerca de 60% do faturamento ocorreu de quinta-feira (20h) até sexta-feira (8h).
Sobre o momento de compra:
– 16% compra de segunda a quinta-feira
– 79% compra durante a Black Friday
– 5% compra no sábado, domingo e segunda
É interessante notar que o ticket médio foi mais alto durante os dias que antecederam a Black Friday, de segunda a quinta ele foi de R$1.498,14, enquanto durante a sexta-feira foi de R$1.139,12.
O crescimento esperado em até 20% mantém a Black Friday como uma data quase que obrigatória para todas as lojas do e-commerce, é uma fatia de mercado que pode ser aproveitada por todos os nichos.
Os dados também mostram que os consumidores estão aguardando a data e boa parte deles pretende ser leal as lojas que já costumam comprar, ou seja, é um bom momento para presentear e fidelizar ainda mais esses clientes através de uma campanha segmentada.
Uma campanha de “esquenta Black Friday” nos dias que antecedem a data pode ser uma boa forma de conquistar os clientes mais ansiosos e aproveitar o valor mais alto no ticket médio.
Mas é sempre bom reforçamos o verdadeiro significado da Black Friday: bons produtos com descontos reais, é isso o que o cliente busca e é o que vai fazer com que ele finalize uma compra.
Para acessar a pesquisa completa do Google, clique aqui.
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]]>O post 35º Webshoppers: Os dados do e-commerce em 2016 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>2016 foi um ano marcado pela crise, afetando a situação econômica da população e fechando muitas empresas. Em meio a esse cenário, o e-commerce caminhou na contramão do mercado e apresentou crescimento de 7,4% em relação a 2015.
Apesar do crescimento, o número de pedidos permaneceu praticamente o mesmo comparado a 2015. Em 2016 foram realizados 106,3 milhões de pedidos, em 2015 foram realizados 106,5 milhões de pedidos.
O que se destacou foi um aumento no tíquete médio das compras, foi registrado um aumento de 8%, proporcional ao aumento das vendas, gerando um tíquete médio de R$417. O total de consumidores também cresceu, em 2015 foram 39,14 milhões de pessoas fazendo compras pela internet, em 2016 foram 47,93 milhões.
Esse aumento de consumidores é um reflexo da popularização do acesso à internet através de dispositivos móveis, permitindo que novos clientes conhecessem os preços baixos do comércio eletrônico aliado a comodidade de comprar sem sair de casa. Em 2016, 21,5% das compras foram realizadas por meio de smartphones ou tablets.
A região sudeste continua em primeiro lugar na participação das vendas, foram 60% em 2016, registrando uma pequena queda de 4,5% em relação a 2015. Todas as outras regiões registraram crescimento na participação das vendas, com destaque para a região sul com 15,9% e a centro-oeste com 8,5%.
A idade média dos consumidores continua 43 anos, e a participação feminina foi maior em 2016, com 51,6% contra 48,6% em 2015.
O consumidor online preferiu o pagamento a vista em 2016, 42,2% das compras online foram feitas com esse método de pagamento. Muitas lojas incentivam essa forma de pagamento oferecendo descontos para pagamentos à vista.
Em volume de pedidos, a moda voltou a se destacar em 2016
Em volume de faturamento, os eletrodomésticos ficaram em primeiro lugar
A Ebit prevê um crescimento de 12% no faturamento do e-commerce para 2017, atingindo um total de R$49,7 bilhões. Assim como 2016, o tíquete médio também deve registrar um aumento de 8%, chegando a R$452 graças a vendas de produtos com maior valor agregado.
Para os dispositivos móveis, a expectativa é que a participação nas compras virtuais através de smartphones e tablets chegue a 32%.
O relatório completo pode ser baixado aqui.
O post 35º Webshoppers: Os dados do e-commerce em 2016 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>O post Black Friday 2016 cresce 17% em relação a 2015 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>O número de pedidos subiu 4%, num total de 2,92 milhões de pedidos. O pico de pedidos ocorreu entre meia-noite e uma da manhã quando foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo. O tíquete médio também subiu, foi 13% maior do que em 2015, com gasto médio de R$653 por pedido.
As compras através de dispositivos móveis também representaram uma boa parcela do lucro da Black Friday desse ano, 20% das compras online foram feitas através de smartphones e tablets, totalizando cerca de R$380 milhões. No ano passado essa parcela era de apenas 9%.
Muitas lojas começaram as suas promoções por volta das 20h da quinta-feira, se considerado o faturamento a partir desse horário o valor foi de R$2,06 bilhões. Essa antecipação explica as vendas um pouco abaixo do esperado durante a Black Friday propriamente dita e torna o faturamento mais próximo do previsto.
De modo geral, as reclamações foram bem menores esse ano. O Procon registrou 845 reclamações pela internet, em 2015 foram 1.184. Os principais motivos de reclamação envolviam mudança no preço do produto na hora do fechamento da compra, produtos em ofertas indisponíveis e maquiagem de preços.
No Reclame Aqui foram registradas 2.912 reclamações, no ano passado foram 4.400. As principais reclamações foram sobre propaganda enganosa, divergência de valores e problemas na finalização da compra.
A Kabum! foi a campeã de reclamações na plataforma, com 588 queixas. Em segundo lugar ficou a Americanas.com com 249 e em terceiro o Submarino com 149. Abaixo você confere o ranking com as 10 lojas com mais reclamações desse ano. Os dados são da Exame.com.
Os eletrodomésticos superaram todas as categorias e foram os mais vendidos durante a Black Friday, tanto em volume de pedidos quanto em faturamento.
As cinco categorias com mais pedidos foram
1º – Eletrodomésticos
2º – Telefonia/Celulares
3º – Moda e acessórios
4º – Eletrônicos
5º – Informática
As cinco categorias com maior faturamento
1º -Eletrodomésticos
2º –Telefonia/Celulares
3º – Eletrônicos
4º – Informática
5º – Casa e Decoração
Com informações da Folha de S. Paulo e E-commerce Brasil.
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]]>O post E-commerce Brasileiro pode crescer 11% até 2019 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Esse ritmo de crescimento é um pouco menor do que o que ocorreu entre 2011 e 2015, quando o e-commerce cresceu 17% ao ano. Mas, mesmo assim, o crescimento é considerado expressivo se considerarmos a atual situação econômica do país. As vendas através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, também devem aumentar.
O estudo também fala sobre as diferenças do mercado Brasileiro em relação a outros países. O e-commerce nacional, por exemplo, é mais fechado para competidores estrangeiros. Isso se deve as altas taxas aplicadas sobre produtos importados, o que torna a compra desvantajosa para o consumidor e para a loja.
Apesar disso, o e-commerce chinês possui grande adesão no país. O que influencia a compra dos brasileiros no mercado chinês são os preços extremamente baixos. Além disso, muitas lojas oferecem frete grátis para o envio internacional e possuem várias formas diferentes de pagamento.
Essa expectativa de crescimento mostra que o e-commerce ainda é uma das melhores opções para se investir. A possibilidade de começar um negócio sem a necessidade imediata de uma grande estrutura é um grande atrativo para pequenas empresas e novos empreendedores. O consumidor também é atraído pela praticidade da compra.
A Shoppub pode te ajudar a fazer parte desse crescimento. Se você deseja começar a vender online, entre em contato conosco e nós te daremos todo o suporte necessário para a abertura da sua loja virtual. Acesse o nosso site e conheça nosso trabalho.
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