soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post 40° Webshoppers: E-commerce cresce 12% no primeiro semestre de 2019 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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De acordo com o relatório, o e-commerce teve um crescimento de 12% nas vendas no primeiro semestre de 2019, em relação ao mesmo período em 2018. Esse crescimento representou um faturamento de R$ 26,4 bilhões para o comércio eletrônico.
Já em relação ao volume de pedidos, o primeiro semestre de 2019 registrou R$ 65,2 milhões em pedidos realizados, totalizando um aumento de 20%.
A pesquisa também disponibilizou um pequeno gráfico mostrando a progressão desses indicadores nos últimos 4 anos:

Parte desse crescimento se deve ao aumento de novos consumidores no comércio eletrônico. Cerca de 5,3 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra no e-commerce nesse primeiro semestre de 2019, representando um total de 18,1% dos consumidores.
Em relação ao mesmo período de 2018, esses números representam um aumento de 7% a mais de consumidores no e-commerce, num total geral de 29,4% milhões de clientes.

O Webshoppers também trouxe dados sobre as vendas em cada região do País. Seguindo a tendência dos últimos anos, o sudeste mantém sua relevância para o e-commerce nacional concentrando um faturamento de R$14,9 bilhões no setor, registrando um crescimento de 9%.
Porém, outras regiões também registraram um crescimento expressivo. O Sul obteve um crescimento de 29%, com um faturamento de R$5,4 bilhões. Já a região Norte, apesar de um faturamento abaixo de R$1 bilhão, conseguiu um crescimento de 36% nas suas vendas.

As redes sociais também tiveram o seu destaque no comércio eletrônico. De acordo com a pesquisa, elas são o segundo maior motivador de compras, perdendo apenas para sites de buscas.
Sendo o Facebook a que mais motivou compras no primeiro semestre de 2019, com 53% dos consumidores citando a rede. O Instagram ficou logo em seguida, com 32% das menções.
Além disso, 80% dos consumidores que compraram por indicações de redes sociais ficaram satisfeitos em relação ao preço e ao produto.
Por fim, a Ebit/Nielsen apresenta algumas dicas para que os lojistas melhorem as suas estratégias para o seu negócio de acordo com os resultados do relatório Webshoppers:
1 – Interface com o consumidor
Os consumidores estão ainda mais exigentes e demandam uma experiência de compra cada vez mais simples, fácil e rápida. Para ir de encontro com essas necessidades, invista em melhorias na navegação da sua loja e facilite o processo de checkout.
2 – Sortimento diferenciado
Existem muitos novos consumidores chegando no e-commerce. Entender quais produtos trabalhar no online é essencial para atender as novas demandas. Pense no seu mix de produtos, categorias e, se necessário, se baseie na Curva ABC para organizar o seu estoque.
3 – Reputação de ponta a ponta
Toda a jornada do consumidor, desde a intenção de compra até o pós-venda, impacta na relação dele com a sua marca. Certifique-se de que todos esses pontos estão alinhados e que a sua loja online ofereça uma experiência de compra completa e que atenda as necessidades do consumidor, garantindo a sua boa reputação online.
4 – Multicanais se complementam
Online e Offline são complementares. Se você também possui uma loja física, é importante definir como esse canal pode coexistir com a sua loja online sem sobrepor suas propostas de valor. Lembrando sempre da importância de uma operação omnichannel.
Se quiser ter acesso aos dados completos do 40° Relatório Webshoppers clique aqui.
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]]>O post 38° Webshoppers: E-commerce brasileiro cresceu 12,1% no 1° semestre de 2018 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Confira os principais resultados:
Apesar de um começo de ano marcado pela instabilidade, o e-commerce brasileiro conseguiu atingir um patamar de crescimento alinhado com as previsões da Ebit. O crescimento nesse primeiro semestre de 2018 foi de 12,1% comparado ao mesmo período no ano passado, atingindo um faturamento de R$23,6 bilhões em vendas.
O destaque ficou para os grandes marketplaces, que impulsionaram uma alta de 8% no número de pedidos, totalizando 54,4 milhões.
O ticket médio cresceu apenas 3,8% no período, acompanhando a inflação e fechando em uma média de R$433 por venda. Esse valor também é um reflexo no aumento da oferta de frete grátis em marketplaces, muito utilizado para alavancar as vendas.
A venda por meio de dispositivos móveis continua crescendo e solidificando a sua importância para o comércio eletrônico.
No primeiro semestre de 2018 foram realizados 17,4 milhões de pedidos por meio de tablets e smartphones, movimentando cerca de R$6,7 bilhões, um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2017.
A categoria de produtos de Saúde, Cosméticos e Perfumaria tomou a dianteira e ficou em primeiro lugar nas mais vendidas em relação a volume de pedidos, com 15% na participação das vendas.
Em relação a volume financeiro, a categoria que mais se destacou foi a de Telefonia e Celulares, com 18,9% do faturamento.
Um dos destaques foi a categoria de Esporte e Lazer, que obteve um crescimento de 35% em relação ao ano passado em volume de pedidos. Provavelmente impulsionada pela Copa do Mundo com a venda de camisetas de times de futebol.
Para as formas de pagamento, é visível que os esforços dos lojistas com incentivos para o pagamento à vista estão funcionando.
A maioria dos clientes tem preferido pagar à vista, aproveitando os descontos dessa forma de pagamento, do que o pagamento parcelado.
Nesse primeiro semestre de 2018, 52% das vendas foram com pagamento à vista.
O relatório também analisou o cenário da logística no país para entender os principais canais de entrega do e-commerce.
Os resultados mostraram que a retirada em loja, correios e transportadoras são os meios mais utilizados para levar o produto ao consumidor.
Com apenas 10% das entregas, a retirada na loja comporta o maior índice de satisfação entre os clientes, com 87,4% da aprovação.
Já as transportadoras privadas possuem o maior índice de insatisfação sobre entrega fora do prazo, com 24,4%. Porém, elas também detêm o maior faturamento, com 54% do rendimento do e-commerce.
Para elaborar esse relatório, o 38° Webshoppers analisou mais de 25 mil lojas do comércio eletrônico nacional que são conveniadas com a Ebit.
Dentre o público analisado, tivemos uma maior participação feminina nas compras no e-commerce, com 51,5%.
Já a idade média do consumidor brasileiro manteve-se em 43 anos, com uma maior participação entre 35 e 49 anos, somando 37,8% do público.
A região Sudeste continua sendo a mais relevante em termos de vendas, com 61,2% de participação.
O relatório completo está disponível no site da Ebit, confira aqui.
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]]>O post 35º Webshoppers: Os dados do e-commerce em 2016 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>2016 foi um ano marcado pela crise, afetando a situação econômica da população e fechando muitas empresas. Em meio a esse cenário, o e-commerce caminhou na contramão do mercado e apresentou crescimento de 7,4% em relação a 2015.
Apesar do crescimento, o número de pedidos permaneceu praticamente o mesmo comparado a 2015. Em 2016 foram realizados 106,3 milhões de pedidos, em 2015 foram realizados 106,5 milhões de pedidos.
O que se destacou foi um aumento no tíquete médio das compras, foi registrado um aumento de 8%, proporcional ao aumento das vendas, gerando um tíquete médio de R$417. O total de consumidores também cresceu, em 2015 foram 39,14 milhões de pessoas fazendo compras pela internet, em 2016 foram 47,93 milhões.
Esse aumento de consumidores é um reflexo da popularização do acesso à internet através de dispositivos móveis, permitindo que novos clientes conhecessem os preços baixos do comércio eletrônico aliado a comodidade de comprar sem sair de casa. Em 2016, 21,5% das compras foram realizadas por meio de smartphones ou tablets.
A região sudeste continua em primeiro lugar na participação das vendas, foram 60% em 2016, registrando uma pequena queda de 4,5% em relação a 2015. Todas as outras regiões registraram crescimento na participação das vendas, com destaque para a região sul com 15,9% e a centro-oeste com 8,5%.
A idade média dos consumidores continua 43 anos, e a participação feminina foi maior em 2016, com 51,6% contra 48,6% em 2015.
O consumidor online preferiu o pagamento a vista em 2016, 42,2% das compras online foram feitas com esse método de pagamento. Muitas lojas incentivam essa forma de pagamento oferecendo descontos para pagamentos à vista.
Em volume de pedidos, a moda voltou a se destacar em 2016
Em volume de faturamento, os eletrodomésticos ficaram em primeiro lugar
A Ebit prevê um crescimento de 12% no faturamento do e-commerce para 2017, atingindo um total de R$49,7 bilhões. Assim como 2016, o tíquete médio também deve registrar um aumento de 8%, chegando a R$452 graças a vendas de produtos com maior valor agregado.
Para os dispositivos móveis, a expectativa é que a participação nas compras virtuais através de smartphones e tablets chegue a 32%.
O relatório completo pode ser baixado aqui.
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]]>O post Brasileiros gastaram mais em sites estrangeiros em 2015 apesar da crise apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>A pesquisa revelou que em 2015, houve um aumento na quantidade de consumidores comprando em sites internacionais em relação aos dois anos anteriores. A E-bit/Buscapé estima que cerca de 14,9 milhões de pessoas tenham comprado em sites fora do Brasil. Um resultado 36% superior se comparado a 2014.
Os gastos também aumentaram, em 2014 foram gastos cerca de US$1,72 bilhões em sites internacionais. Em 2015 esse número subiu para US$2,02 bilhões, um aumento de 18%. A frequência de compra também aumento, em 2015 cada consumidor fez em média 3,8 compras em sites estrangeiros. Em 2014 a frequência de compra era de 3,2 por consumidor. Porém, vimos que a alta do dólar teve sim um impacto nas compras, o tíquete médio diminuiu. O valor médio gasto em cada compra foi de US$35,46, uma queda de 26,7% em relação a 2014, quando o tíquete médio era de US$48,36.
Entre os sites mais populares, o AliExpress, site chinês do grupo Alibaba, continua sendo o queridinho dos brasileiros, 46% das compras internacionais foram realizadas no site. A Amazon ficou em segundo lugar na preferência, com 42% das compras. O Ebay, DealExtreme e Apple Store também apareceram entre os mais populares.
Os eletrônicos foram os itens mais comprados em 2015, seguidos de Moda e Acessórios e Informática. Outras categorias que também aparecem em destaque nas compras são as de Telefonia/Celular, Livros, Brinquedos e Games.
A pesquisa demonstrou que, mesmo com a alta do dólar, o preço baixo oferecido pelos sites internacionais continua sendo um grande atrativo para a maior parte dos consumidores. Além disso, muitos sites oferecem frete grátis para o Brasil, contribuindo ainda mais para a decisão de compra.
A pesquisa foi realizada de forma online, entre os dias 18 e 26 de dezembro de 2015, com o painel de consumidores virtuais da E-bit/Buscapé que fizeram pelo menos uma compra online nos últimos doze meses. Foram coletados 2.019 questionários. Você pode acessar o relatório completo da pesquisa clicando aqui.
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