soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post Estudo do Google revela principais dados sobre o Dia do Consumidor apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Assim como grandes datas como a Black Friday, o Dia do Consumidor deixou de ser comemorado em apenas um dia e passou a ser celebrado durante a semana toda, movimentando o comércio eletrônico e gerando vendas.
De acordo com dados da Ebit, em 2019 o faturamento da Semana do Consumidor chegou a R$1,174 bilhão, e as pesquisas no Google pelo termo cresceram 20%.
Com a data se aproximando o Google divulgou o seu relatório sobre o comportamento de consumo dos brasileiros. Por meio de uma pesquisa realizada com o Google Survey, foram entrevistados mais de 1000 consumidores, permitindo um estudo sobre o que eles esperam da data e sua forma de consumir.
Como o próprio nome já diz, o consumidor espera que essa data seja inteiramente sobre ele, trazendo mais do que apenas descontos em produtos, ou seja, é preciso oferecer outros benefícios que mostram como o consumidor é especial para o seu negócio.
Ao responder a pesquisa do Google, os consumidores apontaram os benefícios abaixo como os mais esperados para a data em 2020:
Apesar de ter se tornado uma data com foco em vendas, o Dia do Consumidor surgiu inicialmente para falar sobre e proteger os direitos de quem compra, criando uma consciência aos consumidores e na forma como as lojas respeitam esses direitos.
Quando perguntados sobre os direitos mais importantes na hora da compra, os entrevistados apontaram:
Já sobre os direitos menos respeitados, os consumidores sentem que os lojistas têm falhado em:
Sobre a expectativa para 2020, boa parte dos entrevistados se mostrou otimista com a economia do País e com as suas finanças pessoais, porém se repararmos no gráfico de forma geral, é possível entender que existem muitos entrevistados que ainda não estão com a vida financeira equilibrada e não devem realizar compras no evento de 2020.

A pesquisa do Google também analisou quais as principais categorias em vista pelos consumidores, porém dividiu essas intenções de compra em dois momentos: quais eles pretendiam comprar no primeiro semestre de 2020 e quais especificamente estavam esperando para comprar no Dia do Consumidor.
Para o primeiro semestre, calçados e roupas aparecem com a maior intenção de compra, seguido por smartphones:
Já para o Dia do Consumidor, os smartphones saltam para a primeira posição entre as categorias com mais intenções de compra:
Além das intenções de compra, os consumidores também responderam quais produtos eles mais querem ver em promoção durante a Semana do Consumidor, novamente os Smartphones aparecem em primeiro lugar:
A pesquisa mostra que o Dia do Consumidor se torna uma data cada vez mais esperada pelos consumidores do e-commerce e que merece atenção de todos os lojistas, lembrando do compromisso de oferecer bons serviços e bons produtos.
Com informações do E-commerce Brasil.
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A pesquisa foi realizada com 1500 consumidores online de todo o País, e vem para entender como o consumidor se relaciona com a data, auxiliando e melhorando o desempenho de lojistas e parceiros do Google na Black Friday desse ano.
Os números são positivo, pois demonstram um aumento de 8 milhões de consumidores se envolvendo com a Black Friday 2019 em relação a 2018.
Além do aumento na intenção de compra, a pesquisa também mostrou que a data já é conhecida pela maioria dos brasileiros. Do total de entrevistados, 99% disse que já sabem do que a data se trata, e 76% dos consumidores já entendem que o evento não se resume a apenas um dia, podendo se estender pela semana da Black Friday, dias posteriores e até o mês todo de novembro.
Mesmo sem saber como vão ser as promoções, 69% dos consumidores já sabem em quais categorias pretendem comprar na liquidação desse ano, sendo que 87% dos entrevistados pretende comprar em mais de uma categoria, com uma média de 6,5% de categorias por consumidores. Em relação a 2018, eram apenas 3,9% de categorias.
Como consequência, muitas categorias tiveram um aumento significativo na intenção de compras:
Além do aumento nas vendas dessas categorias, o Ticket Médio esperado também é bem alto. De acordo com as respostas, o valor médio previsto nas compras é de R$1,3 mil.
Outro dado interessante é sobre a relação de compras online e off-line. Para esse ano, a previsão é que as compras se equiparem nesses dois canais.
A pesquisa mostra uma tendência de compra bem próxima, com 38% dos consumidores pretendendo comprar apenas em lojas online, e 37% apenas em lojas físicas. Os outros 25% pretendem comprar em ambos os canais.
Esses dados revelam a importância de ter uma operação que atue em ambos os canais, oferecendo a comodidade para que o cliente escolha como e onde quer comprar.
Sobre a forma como escolhem onde comprar os produtos, 53% dos consumidores disse que o valor das mercadorias é o fator principal, porém, outros fatores como confiança na loja, entrega, logística, experiência do consumidor com a loja e inovação também tem um grande peso na escolha.
Em resumo: a pesquisa mostra que o consumidor já está mais familiarizado do que nunca com a Black Friday e que é necessário que as marcas trabalhem cada vez mais a confiança e a qualidade no trabalho oferecido, atraindo novos consumidores e sendo lembrada em datas comemorativas.
Criar condições favoráveis para seus clientes e reforçar o fator credibilidade serão fundamentais para se dar bem na Black Friday 2019.
Prepare-se e boas vendas.
Com informações do E-commerce Brasil
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De acordo com o relatório, o e-commerce teve um crescimento de 12% nas vendas no primeiro semestre de 2019, em relação ao mesmo período em 2018. Esse crescimento representou um faturamento de R$ 26,4 bilhões para o comércio eletrônico.
Já em relação ao volume de pedidos, o primeiro semestre de 2019 registrou R$ 65,2 milhões em pedidos realizados, totalizando um aumento de 20%.
A pesquisa também disponibilizou um pequeno gráfico mostrando a progressão desses indicadores nos últimos 4 anos:

Parte desse crescimento se deve ao aumento de novos consumidores no comércio eletrônico. Cerca de 5,3 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra no e-commerce nesse primeiro semestre de 2019, representando um total de 18,1% dos consumidores.
Em relação ao mesmo período de 2018, esses números representam um aumento de 7% a mais de consumidores no e-commerce, num total geral de 29,4% milhões de clientes.

O Webshoppers também trouxe dados sobre as vendas em cada região do País. Seguindo a tendência dos últimos anos, o sudeste mantém sua relevância para o e-commerce nacional concentrando um faturamento de R$14,9 bilhões no setor, registrando um crescimento de 9%.
Porém, outras regiões também registraram um crescimento expressivo. O Sul obteve um crescimento de 29%, com um faturamento de R$5,4 bilhões. Já a região Norte, apesar de um faturamento abaixo de R$1 bilhão, conseguiu um crescimento de 36% nas suas vendas.

As redes sociais também tiveram o seu destaque no comércio eletrônico. De acordo com a pesquisa, elas são o segundo maior motivador de compras, perdendo apenas para sites de buscas.
Sendo o Facebook a que mais motivou compras no primeiro semestre de 2019, com 53% dos consumidores citando a rede. O Instagram ficou logo em seguida, com 32% das menções.
Além disso, 80% dos consumidores que compraram por indicações de redes sociais ficaram satisfeitos em relação ao preço e ao produto.
Por fim, a Ebit/Nielsen apresenta algumas dicas para que os lojistas melhorem as suas estratégias para o seu negócio de acordo com os resultados do relatório Webshoppers:
1 – Interface com o consumidor
Os consumidores estão ainda mais exigentes e demandam uma experiência de compra cada vez mais simples, fácil e rápida. Para ir de encontro com essas necessidades, invista em melhorias na navegação da sua loja e facilite o processo de checkout.
2 – Sortimento diferenciado
Existem muitos novos consumidores chegando no e-commerce. Entender quais produtos trabalhar no online é essencial para atender as novas demandas. Pense no seu mix de produtos, categorias e, se necessário, se baseie na Curva ABC para organizar o seu estoque.
3 – Reputação de ponta a ponta
Toda a jornada do consumidor, desde a intenção de compra até o pós-venda, impacta na relação dele com a sua marca. Certifique-se de que todos esses pontos estão alinhados e que a sua loja online ofereça uma experiência de compra completa e que atenda as necessidades do consumidor, garantindo a sua boa reputação online.
4 – Multicanais se complementam
Online e Offline são complementares. Se você também possui uma loja física, é importante definir como esse canal pode coexistir com a sua loja online sem sobrepor suas propostas de valor. Lembrando sempre da importância de uma operação omnichannel.
Se quiser ter acesso aos dados completos do 40° Relatório Webshoppers clique aqui.
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De acordo com os dados, 86% dos consumidores realizaram pelo menos uma compra online nos últimos 12 anos, e 67% desses consumidores compraram pelo smartphone. Em seguida, aparecem as compras em notebook e desktop, com 39% cada.
Esses dados mostram a evolução da participação dos dispositivos móveis no e-commerce e como é importante ter uma loja com design responsivo e otimizada para esses aparelhos.
O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, acredita que essa participação deve crescer cada vez mais. “Com a evolução da tecnologia, comprar pelo celular ficará cada vez mais fácil. O próprio varejo tem pela frente um enorme potencial de desenvolver produtos personalizados e experiências customizadas para esse consumidor”, opinou.
A pesquisa também questionou quais produtos os consumidores adquiriram nos últimos 12 meses. As categorias mais vendidas ficaram assim:
Sobre os locais de compra favoritos, as lojas nacionais representam 90% das escolhas dos clientes, enquanto sites de produtos novos ou usados alcançam 50% dos consumidores. Já os sites internacionais receberam 30% das compras e os portais de ofertas e descontos 23%.
Um dado interessante da pesquisa mostrou a força das redes sociais e outros aplicativos nas compras online, com muitos consumidores dizendo que utilizam esses canais para realizar suas compras. Cerca de 33% dos respondentes disse ter realizado uma compra de produto ou serviço por meio do Facebook, Instragram, YouTube ou WhatsApp.
As respostas recebidas apontam que cada consumidor fez em média sete compras online nos últimos 12 meses. Acompanhando esse dado, o ticket médio geral ficou em torno de R$307,76.
Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi a mais utilizada (67%), seguida do boleto bancário (48%), que recebeu um impulsionamento graças aos descontos nas compras à vista.
Apesar das compras realizadas, muitos consumidores ainda se dizem inseguros em comprar pela internet, 61% reconhece que o medo de fraudes os faz comprar menos do que gostariam.
Muitos tomam algum tipo de cuidado nas suas aquisições virtuais, como comprar apenas de lojas conhecidas ou indicadas (49%), evitar cadastrar cartão de crédito para compras futuras (34%) e selecionar meios de pagamento em que confiam para pagar (33%).
Por outro lado, 39% admitiram que se sentem mais seguros quando a loja possui um baixo índice de reclamações em redes sociais ou em sites, e 35% se o sistema de pagamento do e-commerce é certificado.
Um dos motivos que mais leva clientes a abandonar uma compra pela internet é o frete, e não a toa ele foi um dos fatores mais mencionados pelos consumidores quando questionados sobre o que pesa na hora da compra.
Cerca de 48% disse que o frete grátis é decisivo na escolha de uma loja online, seguido de preço baixo (47%) e promoções (41%). Além disso, o frete grátis também foi destacado como um aspecto que faria 62% dos consumidores a comprarem mais pela internet.
Outros diferenciais destacados são a possibilidade de trocar ou devolver o produto adquirido online em lojas físicas (34%), menor tempo de entrega (33%) e retirada dos produtos em loja física (31%).
Apesar de tudo, nem sempre a experiência de comprar no e-commerce é positiva, isso porque 22% dos consumidores disse ter enfrentado problemas na sua última compra online.
A maioria das queixas envolve entregas fora do prazo (10%), não recebimento do produto (5%), produto diferente do anunciado (4%) e recebimento de item danificado (4%).
Contudo, 47% disse que conseguiu resolver o problema ao entrar em contato com os lojistas, sendo que 18% tiveram o produto trocado, 13% foram reembolsados e 11% receberam crédito na loja para uma compra futura.
Em contrapartida, 46% disse que não houve solução do problema, com 14% desistindo de correr atrás do prejuízo, 14% ainda aguarda retorno da loja e 8% registrou reclamação em órgãos de defesa ao consumidor.
A pesquisa contou com a participação de 904 consumidores para identificar quais deles haviam realizado uma compra nos últimos 12 meses. A partir disso, os 800 consumidores que fizeram pelo menos uma compra nesse período continuaram até o fim do questionário.
A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais no primeiro caso e 3,5 no segundo, com um intervalo de confiança de 95%. Para acessar a pesquisa completa clique aqui.
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]]>O post SEO para iniciantes: 3 dicas fundamentais apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Pensando nisso, reunimos nesse artigo algumas noções de básicas de SEO para que você consiga entender facilmente do que se trata e comece a aplicar no seu conteúdo. Vamos lá?

Bom, o SEO começa com as pesquisas orgânicas, ou seja, quando alguém faz uma consulta em mecanismos de buscas como o Google.
Em geral, as pesquisas orgânicas atraem boa parte dos visitantes de um site, tendo um grande potencial para gerar leads e receita, por isso é importante ter um bom lugar nessas buscas.
Os resultados de uma pesquisa orgânica são exibidos em uma ordem específica, com as melhores páginas para aquela busca aparecendo no topo. Assim, o objetivo do SEO é fazer com que a sua página apareça o mais próximo possível desses primeiros lugares.
Esses mecanismos possuem uma série de especificações para ranquear os sites, e o SEO é uma prática para configurar ou modificar páginas e conteúdos para ranquear de acordo com esses algoritmos. A sigla SEO vem de Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Busca.
Mas como fazer essa otimização?
Para ter uma boa performance nos resultados de busca você precisa saber o que as pessoas querem e como os seus produtos ou serviços podem ajuda-las.
Essa é a grande função dos mecanismos de busca: ajudar e servir pessoas reais com problemas reais.
Em termos de SEO, isso significa que você precisa ter um conteúdo relevante nas suas páginas, com palavras-chaves objetivas e um conteúdo atual.
As palavras-chaves são termos que você utiliza no seu conteúdo para atrair visitantes.
Por exemplo: se você quer que os usuários encontrem a sua loja quando pesquisarem “tênis de corrida”, você deve incluir essa palavra-chave no título da sua página, na sua meta descrição e no seu conteúdo.
As palavras-chave podem ser apenas um termo, ou uma combinação de termos, tudo vai depender do conteúdo que você pretende produzir, da sua concorrência e do seu público alvo.
A grande questão é descobrir quais palavras-chaves funcionam para o seu negócio. O que a sua loja oferece aos consumidores e como isso pode ser resumido em poucas palavras?
A pesquisa de palavra-chave, algo básico mas crucial em uma estratégia de SEO, permite que você identifique quais palavras são mais valiosas para o seu negócio.
Ferramentas como o Ubersuggest te ajudam nessa descoberta, pois elas informam o que as pessoas estão buscando e qual a frequência dessa busca.
Além disso, você terá informações sobre palavras relacionadas e qual a dificuldade de competição em uma busca orgânica.
A sua concorrência também é uma fonte de busca de palavras-chave. Visite suas páginas de produtos, blogs, artigos informativos e analise quais perguntas eles estão respondendo e como ajudam os consumidores.
A palavra-chave se torna inútil quando você não entende a intenção de pesquisa, ou seja, ela deve estar de acordo com as expectativas dos usuários.
Se você tem um e-commerce que trabalha com diferentes tipos de cafés torrados, talvez a sua página não seja relevante para quem busca “como torrar café”, pois o usuário não está com a intenção de comprar.
Para evitar esse tipo de confusão você pode classificar suas palavras-chave em três categorias:
Navegacionais: Direcionando para o seu site
Informacional: Para ensinar sobre um tópico ou falar de um assunto específico
Transacional: Para quem está querendo comprar
É essencial saber como o conteúdo das suas páginas influencia no seu ranking. Não importa se você está publicando blog posts, artigos ou guias, os mecanismos de pesquisa vão analisar esses conteúdos em busca de adequação e utilidade.
Os “robôs” do Google analisam as suas páginas em busca de títulos e descrições para entender o que você está abordando.
Para que isso funcione bem, ofereça dicas aos mecanismos de busca, como palavras-chave, tags de título e descrições explicando como o seu conteúdo aborda aquele assunto.
Artigos mais aprofundados e longos geralmente alcançam um melhor posicionamento porque eles incluem informações substanciais sobre o tópico abordado. Isso não significa que posts curtos não possam ranquear bem.
O Ranking do Google foi construído com base em reputação online, principalmente por meio de links. Os links são o equivalente a credibilidade na internet, e quando outras páginas confiáveis direcionam os visitantes ao seu site os mecanismos de buscas te consideram mais confiável.
Além disso, os mecanismos de pesquisa também possuem uma visão abrangente sobre a reputação, o que inclui menções a sua marca. É vital gerar comentários positivos sobre a sua loja, seja do público ou de parceiros, para que o Google entenda o nível de confiança que as pessoas depositam no seu negócio.
Construir uma rede de links respeitável é o primeiro passo para demonstrar a autoridade da sua loja.
Aqui, é interessante entender a diferença dos links. Links de outros sites para as suas páginas são links externos, ou backlinks, enquanto links das suas páginas para outras no mesmo domínio são links internos.
Uma estratégia de backlinks é essencial em um trabalho de SEO, pois eles são analisados pelos mecanismos de busca e trazem reconhecimento para o seu negócio de acordo com quais sites te recomendam.
Embora você possa conseguir backlinks naturalmente ao publicar bons conteúdos, você também pode entrar em contato com outros sites e solicitar uma troca de links, melhorando esse fator para ambos.
Apesar de as redes sociais não influenciarem diretamente no ranking, sua presença nessas redes pode contribuir com o seu tráfego, popularidade, compartilhamento e ajuda cm o SEO.
Sua presença no Twitter, Facebook, Instagram e LinkedIn pode crescer por meio de links compartilhados por clientes, então lembre-se de investir em serviços de social media para uma estratégia completa de SEO.
Ter uma página centrada no usuário é outro componente do SEO. Afinal, como você pode atender as expectativas dos visitantes quando eles clicam na sua página?
Os mecanismos de pesquisa dependem de pessoas curiosas, e eles recompensam esses usuários com conteúdos que atendam essas curiosidade, sendo esse um dos princípios do Google, transformando a forma como você lida com o SEO.
Os mecanismos de busca acompanham o comportamento dos usuários quando eles interagem com a sua página. Esses traços deixados pelo usuários refletem o quão preciso são os rankings exibidos para as pessoas.
Um dos sinais da experiência do usuário é o tempo de permanência, ou seja, quanto tempo o usuário fica em um site antes de voltar a fazer uma nova pesquisa.
O tempo de permanência significa o quanto o usuário achou a sua página importante de acordo com a pesquisa que ele realizou.
O tempo de carregamento de uma página vai de encontro com as expectativas do usuário, já que ninguém gosta de ficar esperando uma página carregar e isso afeta o SEO pois os usuários abandonam o site antes do esperado.
Melhorar a velocidade de carregamento das suas páginas pode melhorar o seu posicionamento no Google pois o seu conteúdo será visto mais rapidamente e será convidativo para o usuário.
Resumindo: para que o seu SEO seja valioso você deve entregar um conteúdo que satisfaça os usuários aliado a um bom carregamento de página que traga uma experiência positiva de navegação.
Parece muito, mas essas dicas são somente a ponta do iceberg do que você pode fazer uma estratégia de SEO. Contudo, são um excelente ponto de partida e vão te ajudar muito a melhorar a posição da sua loja nos rankings de pesquisa.
Não se esqueça de assinar a nossa newsletter e ficar por dentro de nossas novidades.
Fonte: WebFX
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]]>O post Relatório: O Comportamento do consumidor online em 2018 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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O relatório, que contou com dados de mais de 35 milhões de consumidores cadastrados, traz insights sobre vendas, categorias e as principais datas para o comércio eletrônico.
Um dos grandes destaques do relatório são os dados de vendas do segundo semestre, que concentrou 60,45% das vendas do ano, enquanto o primeiro semestre ficou com 39,55% das vendas.
Esse aumento foi impactado principalmente pela Black Friday, que sozinha representa 1,88% do total de acessos no ano, um volume 6,5 vezes maior do que o Dia do Consumidor em 15 de março, segunda data com o maior número de tráfego.
O aumento de visitas pode ser explicado pela expectativa que a Black Friday gera no consumidor, que procura por novos sites em busca das melhores ofertas. Esse também é um ótimo momento para cadastrar novos leads e trabalhar para que eles se tornem clientes fidelizados.
Já nas categorias de produtos, o destaque ficou para o seguimento de Beleza e Saúde, com 35,78% das vendas. O Top 5 das categorias mais vendidas ficou assim:
Na divisão por gêneros, as mulheres consumiram mais nas categorias de Bebês (92,41%), Moda (89,23%) e Beleza e Saúde (83,63%). Enquanto os homens concentraram suas compras em Informática (92,58%), Bebidas (70,12%), e Eletrônicos (65,54%).
Na variação de vendas por região, o Sudestes teve a maior participação com 67,29% das vendas. São Paulo foi o estado que mais contribuiu com esse número, tendo 40,49% de participação.
O relatório também analisou as variações de vendas de acordo com o dispositivo utilizado.
O mobile continua crescendo nas vendas no e-commerce e já corresponde a 24% das vendas totais, mas o Desktop continua na frente com 76% das vendas.
Porém, quando analisadas por categorias, algumas vendas já se aproximam do total vendido no desktop. No mobile, a categoria de móveis vendeu cerca de 46,7%.
Além dessas informações, o relatório também conta com análises detalhadas das principais datas do comércio eletrônico, métodos de pagamento, canais de atendimento e ticket médio.
Para acessar o estudo completo, clique aqui.
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]]>O post 5 recursos para otimizar seu Google Meu Negócio apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Nessa época de pesquisas feitas em dispositivos móveis, é vital fazer um esforço para aparecer nos resultados locais. Sem um perfil otimizado no Google Meu Negócio, você está perdendo um público que faz pesquisas procurando por negócios locais e próximos.
Mas como otimizar a sua conta e tirar o melhor dessa ferramenta? Dá uma olhada nas cinco dicas que separamos:
Por meio do Google Meu Negócio você pode utilizar um recurso de postagens. Nessa ferramenta você pode criar posts que serão exibidos quando o seu site aparecer nos resultados de pesquisa.
Você pode personalizar as suas postagens para que elas se adequem a sua empresa, utilizando textos, imagens, vídeos e divulgando eventos.
Usando as postagens do Google você mantém o seu público atualizado com as últimas notícias sobre o seu negócio, além de ser uma ferramenta de autopromoção. Os posts aparecem automaticamente nas pesquisas e no Google Maps, então você não precisa fazer nada além de preparar o seu texto e publicar.
Os posts podem ser criados pelo computador ou pelo smartphone.
É importante ressaltar que suas postagens não são permanentes, elas ficam disponíveis por sete dias e após esse período são removidas pelo Google. A única exceção se dá quando você está divulgando um evento futuro ou algo que acontecerá em uma data que vá além dos setes dias, nesses casos o post será excluído após a data informada.
As postagens são uma ótima forma de fornecer informações extras sobre a sua empresa e eventos. Caso alguém esteja procurando por algo na sua área, isso pode convence-las a passarem pela sua loja, gerando novos clientes, propaganda boca a boca, e outros benefícios que aumentem a sua lucratividade.
O Google Meu Negócio também tem um recurso que permite que os usuários façam agendamentos e reservas com a sua empresa. Essa ferramenta inclui um link que leva os usuários a uma landing page para agendar um compromisso com você.
Esse é um recurso especialmente útil para negócios que trabalham com atendimento agendado, tornando essas reservas mais simples para seus clientes e para seus funcionários.
O agendamento do Google pode ser benéfico especialmente para:
Além disso, essa ferramenta aprimora a experiência de pesquisa dos consumidores.
Você também pode incluir uma sessão de perguntas e respostas na sua página do Google Meu Negócio, respondendo de maneira rápida as dúvidas mais comuns que potenciais clientes tenham sobre a sua empresa.
Funciona de forma simples, o cliente posta a sua dúvida, você recebe uma notificação e envia a resposta.
O controle fica todo nas suas mãos, se quiser você pode excluir reclamações e perguntas irrelevantes, deixando apenas visíveis aquelas que ajudem o seu público.
O Google Meu Negócio vem com um mensageiro similar a um serviço de chat online.
Assim como a ferramenta de perguntas e respostas, com o serviço de chat disponível no seu perfil você consegue conversar com seus clientes de forma instantânea. Para começar, você deve habilitar a opção de chat e fornecer um número de celular que possa receber mensagens por SMS.
Um ponto importante desse recurso é que o seu tempo médio de resposta é visível ao público, então, se você demorar para responder, isso pode impactar negativamente na reputação do seu negócio. Para que isso não ocorra, deixe a funcionalidade de mensagens ativa apenas durante o seu horário de funcionamento.
Uma descrição bem escrita do seu negócio é uma ótima forma de promover a sua empresa e permite que você diga, resumidamente, o que você faz e como você pode agregar valor na vida dos seus consumidores.
Além disso, a descrição ajuda na otimização do seu perfil e te diferencia da concorrência.
O Google Meu Negócio permite uma descrição de até 750 caracteres, utilize esse espaço para fornecer um conteúdo com informações relevantes sobre a sua empresa e que ajude os usuários.
Para ter um bom resultado, o Google recomenda que a descrição cubra os seguintes tópicos:
Com essas dicas você terá um perfil ainda mais otimizado e pronto para solucionar as dúvidas dos seus clientes.
Se quiser ficar por dentro de todos os nossos posts e receber mais dicas como essa, não se esqueça de se inscrever na nossa newsletter.
Fonte: WebFX
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]]>O post 38° Webshoppers: E-commerce brasileiro cresceu 12,1% no 1° semestre de 2018 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Confira os principais resultados:
Apesar de um começo de ano marcado pela instabilidade, o e-commerce brasileiro conseguiu atingir um patamar de crescimento alinhado com as previsões da Ebit. O crescimento nesse primeiro semestre de 2018 foi de 12,1% comparado ao mesmo período no ano passado, atingindo um faturamento de R$23,6 bilhões em vendas.
O destaque ficou para os grandes marketplaces, que impulsionaram uma alta de 8% no número de pedidos, totalizando 54,4 milhões.
O ticket médio cresceu apenas 3,8% no período, acompanhando a inflação e fechando em uma média de R$433 por venda. Esse valor também é um reflexo no aumento da oferta de frete grátis em marketplaces, muito utilizado para alavancar as vendas.
A venda por meio de dispositivos móveis continua crescendo e solidificando a sua importância para o comércio eletrônico.
No primeiro semestre de 2018 foram realizados 17,4 milhões de pedidos por meio de tablets e smartphones, movimentando cerca de R$6,7 bilhões, um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2017.
A categoria de produtos de Saúde, Cosméticos e Perfumaria tomou a dianteira e ficou em primeiro lugar nas mais vendidas em relação a volume de pedidos, com 15% na participação das vendas.
Em relação a volume financeiro, a categoria que mais se destacou foi a de Telefonia e Celulares, com 18,9% do faturamento.
Um dos destaques foi a categoria de Esporte e Lazer, que obteve um crescimento de 35% em relação ao ano passado em volume de pedidos. Provavelmente impulsionada pela Copa do Mundo com a venda de camisetas de times de futebol.
Para as formas de pagamento, é visível que os esforços dos lojistas com incentivos para o pagamento à vista estão funcionando.
A maioria dos clientes tem preferido pagar à vista, aproveitando os descontos dessa forma de pagamento, do que o pagamento parcelado.
Nesse primeiro semestre de 2018, 52% das vendas foram com pagamento à vista.
O relatório também analisou o cenário da logística no país para entender os principais canais de entrega do e-commerce.
Os resultados mostraram que a retirada em loja, correios e transportadoras são os meios mais utilizados para levar o produto ao consumidor.
Com apenas 10% das entregas, a retirada na loja comporta o maior índice de satisfação entre os clientes, com 87,4% da aprovação.
Já as transportadoras privadas possuem o maior índice de insatisfação sobre entrega fora do prazo, com 24,4%. Porém, elas também detêm o maior faturamento, com 54% do rendimento do e-commerce.
Para elaborar esse relatório, o 38° Webshoppers analisou mais de 25 mil lojas do comércio eletrônico nacional que são conveniadas com a Ebit.
Dentre o público analisado, tivemos uma maior participação feminina nas compras no e-commerce, com 51,5%.
Já a idade média do consumidor brasileiro manteve-se em 43 anos, com uma maior participação entre 35 e 49 anos, somando 37,8% do público.
A região Sudeste continua sendo a mais relevante em termos de vendas, com 61,2% de participação.
O relatório completo está disponível no site da Ebit, confira aqui.
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]]>O post 47% dos consumidores pesquisam online antes de comprar em lojas físicas, aponta estudo apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>A pesquisa constatou que a internet tem melhorado a experiência de compra até mesmo em lojas físicas. Confira os principais resultados:
A pesquisa levou em conta o comportamento dos consumidores nos últimos 12 meses e fez uma comparação entre os processos de compra online e off-line.
Os resultados mostraram que 47% dos consumidores costumam pesquisar online antes de comprar um produto em uma loja física. Esse hábito é motivado principalmente para:
Apenas 18% compram direto em loja física sem realizar nenhum tipo de pesquisa antes, e cerca de 35% diz que recorre a pesquisa eventualmente, dependendo do produto ou serviço que procuram.
Sobre os produtos mais buscados antes de uma aquisição em loja física, os eletrodomésticos ficam em primeiro lugar:
Para buscar mais informações sobre esses produtos, a maioria dos consumidores costuma consultar reclamações de outros usuários e o próprio site da empresa onde pretende comprar. O Reclame Aqui é o favorito na hora da pesquisa:
Se muitos consumidores estão consultando a internet antes de comprar em lojas físicas, o caminho inverso também está acontecendo, com clientes visitando lojas físicas para conhecer o produto antes de comprar online.
A pesquisa verificou que esse hábito já é presente em 25% dos consumidores. Os principais motivos para essa atitude estão relacionados a:
A maioria dos clientes (44%) só faz essa consulta em loja física ocasionalmente, dependendo do produto ou serviço que buscam, enquanto 30% dos consumidores compra online sem fazer nenhuma pesquisa em loja física.
O estudo também analisou a preferência dos consumidores entre lojas virtuais e físicas. De modo geral, preço e praticidade são vistos como fatores positivos das compras online.
Confira os principais fatores positivos vistos pelos consumidores:
Já nas lojas físicas, os fatores positivos apontados são:
A pesquisa foi realizada entre os dias 08 e 18 de maio de 2018 e ouviu 815 consumidores de todo o país. Você pode acessar o resultado completo da pesquisa aqui.
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]]>O post Pesquisa revela hábitos de consumo dos jovens apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>A pesquisa foi realizada com 623 jovens de 16 a 22 anos de todo o Brasil. Confira os principais resultados:
Entre os hábitos de consumo relacionados a compras, cerca de 75% dos entrevistados afirmou já realizar compras online, sendo roupas, calçados e acessórios as categorias mais buscadas:
A maior parte dessas compras está concentrada em grandes e-commerces e sites de revenda:
Um dado interessante e que reflete bem os tempos atuais é a presença das redes sociais como plataforma de compra. 21% dos jovens dizem utilizar redes como Facebook, Instagram e Whatsapp para fazer compras online. Sendo o Instagram a rede que mais causa impacto nas decisões de compra:
Sobre os métodos de pagamento mais utilizados, o cartão de crédito (49%) e o boleto (40%) são os mais utilizados.
A adesão das redes sociais como plataforma de compra é um reflexo da utilização cada vez maior de smartphones. Entre os jovens, esse uso é ainda mais frequente, com 70% dos entrevistados dizendo que checam o celular a cada nova notificação que recebem.
Apesar da grande maioria dos jovens já efetuar compras pela internet, eles ainda não possuem um grande poder de compra. 51% ainda não possuem uma atividade remunerada e 69% moram com os pais, influenciando no baixo consumo.
Esse cenário deve mudar nos próximos anos conforme esses jovens entram no mercado de trabalho, causando uma possível mudança no comércio eletrônico como um todo.
A pesquisa completa pode ser acessada aqui.
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