soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post LGPD: Senado aprova lei para agosto mas sem aplicação de multas apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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Inicialmente, o texto adiava a vigência da Lei para janeiro de 2021, com as multas e sanções para agosto de 2021. Porém, o texto teve alterações na Câmara dos Deputados e no Senado.
No Senado, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) trouxe a votação um destaque para que a LGPD valesse a partir de agosto deste ano, principalmente para ajudar no enfrentamento de notícias falsas. A mudança é que as sanções entrem em vigor a partir de agosto de 2021. O destaque foi aprovado pelo Senado por 62 votos a 15.
Com isso, a Lei Geral de Proteção aos Dados deve entrar em vigor esse ano, mas ainda existe um tempo para que as lojas do e-commerce continuem suas adaptações antes de sofrerem alguma punição por isso.
Como já abordamos aqui, o ponto principal da LGPD fala sobre a forma como as empresas tratam os dados pessoais de seus consumidores, sendo necessário uma autorização explícita por parte do cliente, além da empresa informar quais dados foram recolhidos e para qual uso.
Isso traz algumas mudanças na forma de atuação da maioria das empresas do e-commerce, sendo necessário uma adaptação a essa nova lei.
De acordo com a lei, qualquer pessoa, física ou jurídica, que exerça atividade que envolva coleta de dados pessoais, deve possuir uma base legal que justifique a posse e o tratamento desses dados. Sem essa base legal, essa coleta de dados pode ser considerada irregular e a empresa sofrerá sanções por isso.
Dentro do comércio eletrônico, a forma mais simples de conseguir essa autorização dos clientes é por meio do consentimento, também conhecido como opt-in. O cliente deve estar ciente que seus dados estão sendo captados (mesmo que através de cookies) e deve consentir com essa coleta.
Além disso, o consumidor também precisa saber qual uso a empresa fará dos dados coletados. Sendo assim, uma revisão completa da política de privacidade deve ser feita. O uso que a uma loja online faz dos dados dos consumidores deve ser o mais transparente possível, desde os dados para o envio de pedidos ao uso do e-mail para o marketing.
Além disso, a LGPD também dá total poder ao usuário sobre os seus dados, podendo questionar a qualquer momento sobre quais informações pessoais a empresa possui sobre ele, solicitar alterações nos dados e, até mesmo, a exclusão total deles.
Muitos e-commerces precisaram adaptar completamente a sua estratégia de captação de dados, campanhas de marketing, uso de ferramenta de terceiros e a forma como protege os dados dos usuários.
Lembrando que recomendamos que os lojistas busquem uma orientação jurídica nesse momento de transição, criando novos termos de uso e políticas de privacidade que se adequem a lei e tragam segurança para sua loja e seus consumidores.
Confira nosso Guia completo sobre a LGPD aqui.
Com informações do E-commerce Brasil.
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São três cenários do dia a dia que levam muitos consumidores as compras utilizando os seus celulares:
Para cada uma dessas situações é possível analisar as experiências dos visitantes com seus dispositivos móveis. Por que eles estão visitando a sua loja? Quais problemas eles querem resolver? Como capturá-los naquele momento?
Abaixo vamos analisar cada uma dessas situações e tentar responder a essas perguntas:
Às vezes o consumidor está esperando para ser atendido em uma consulta médica, aguardando um amigo chegar para um encontro ou em uma fila interminável no banco. Todos esses cenários são extremamente atrativos para que os consumidores comecem a mexer em seus celulares e visitem alguma loja online.
Por que eles estão visitando a sua loja? Enquanto eles esperam, uma ideia pode ter surgido, e uma rápida pesquisa ao Google os levou a sua loja. Nesse cenário os usuários podem levar de 5 a 10 minutos para verificar o que precisam. Em geral, não é o momento ideal para que eles tomem alguma ação, eles estão apenas montando alguma lista mental de ideias a considerar.
Quais problemas eles querem resolver? Comprar um produto não é o que eles querem resolver nesse momento. Ao invés disso eles estão resolvendo um problema de fugir do local onde estão, criando uma nova paisagem de possíveis lojas e produtos.
Muitos consumidores não sabem onde encontrar algum produto específico e a busca nesse momento de espera trás essa clareza. Por exemplo, o cliente precisa comprar um band-aid, e a primeira ideia é visitar uma farmácia. Mas e se ele precisar de bandagens mais efetivas, será que ele encontra isso em uma farmácia? E se as farmácias locais não vendem, onde ele pode encontrar o que precisa? Esse é um exemplo de problema que muitos compradores mobile estão resolvendo.
Como capturá-los naquele momento? Ofereça oportunidades para que o consumidor entre em contato com a sua loja no futuro, dando motivos para que ele volte.
Por exemplo: botão para se cadastrar na newsletter e receber um cupom para primeira compra ou indicar suas redes sociais para que ele se mantenha conectado com a sua marca.
Por que eles estão visitando a sua loja? Durante o intervalo do trabalho, os consumidores podem visitar o seu e-commerce para passar o tempo procurando por algo interessante.
Quais problemas eles querem resolver? Os consumidores no trabalho podem estar procurando por inspiração ou novidades. Muitos deles podem ter acabado de sair de uma reunião difícil ou de um turno bem cansativo, então eles procuram por algo que possa ser uma distração. É comum que esses consumidores não tenham um objetivo concreto em mente.
Como capturá-los naquele momento? Uma ideia bem simples e que pode ajudar muito os consumidores que estão no trabalho é a criação de categorias como “Novas Descobertas”, “Novas Ideias”, “Novidades” e “Lançamentos”. Essas seções devem ser atualizadas com certa frequência para que não exibam sempre a mesma coisa e reflitam o que tem de novo na sua loja online.
Por que eles estão visitando a sua loja? Nesse momento, os consumidores estão visitando o seu e-commerce porque provavelmente é a parte mais tranquila do dia deles. É provável que eles estejam utilizando o celular enquanto assistem televisão ou enquanto cuidam dos filhos.
Quais problemas eles querem resolver? Os consumidores mobile que estão em casa geralmente buscam por um produto para resolver um problema. Enquanto os cenários anteriores, em espera e no trabalho, abordam descobertas e formas de passar o tempo, o cenário doméstico está aberto a venda.
Como capturá-los naquele momento? Comece com o básico e garanta que seu e-commerce seja rápido e 100% responsivo. A partir disso, tente conseguir mais avaliações nos seus produtos, isso ajuda consumidores indecisos na hora de finalizar a compra.
Deixe claro quais métodos de pagamento você aceita e habilite a opção de salvar o carrinho de compra para mais tarde, assim o cliente pode continuar pesquisando produtos sem esquecer daqueles que ele já gostou.
O comportamento do consumidor pode mudar muito de acordo com o ambiente em que ele acessa uma loja online. Portanto, mantenha sua versão mobile sempre atualizada e pronta para capturar clientes em diferentes fases da jornada de compra.
Fonte: Practical Ecommerce
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Porém, essas táticas podem custar um bom dinheiro e nem sempre são uma opção viável para pequenos e-commerces, fazendo com que muitas lojas fiquem para trás e se tornem esquecidas no meio de tantas opções.
Apesar disso, existem alternativas para pequenos lojistas que custam pouco dinheiro e podem ajudar muito na hora de divulgar o seu negócio e atrair consumidores. A seguir vamos listar algumas dicas para isso:
Apesar do e-mail marketing continuar sendo essencial para o comércio eletrônico, é interessante que a sua loja comece a investir em outras formas de se comunicar com seus consumidores. Levando em consideração que atualmente todos vivem conectados a um smartphone, esse é um bom lugar para começar.
Seja por um aplicativo, mensagens de texto ou até mesmo pelo messenger, tire proveito dessas funcionalidades para enviar notificações e manter o seu consumidor informado sobre suas promoções e novidades.
Além disso, sua loja também precisa estar 100% otimizada para ser acessada por dispositivos móveis, facilitando as compras de quem prefere esse modelo.
Pare de pensar que redes sociais como Facebook e Instagram só servem para postar fotos e vídeos engraçados. Essas redes são grandes geradoras de vendas para muitos e-commerces e se tornaram o canal de comunicação favorito de muitos consumidores. Então se você ainda não tem um perfil nessas redes, faça um agora.
Utilize-as para manter contato com seus clientes, seja por inbox ou respondendo algum comentário, além de postar suas promoções, novidades em produtos e os bastidores do seu negócio, trazendo humanidade para sua marca.
Os consumidores gostam de ter opções variadas na hora de finalizar a compra. Por isso, faça uma análise de quais formas de pagamento você oferece e veja se existe espaço para oferecer novas opções além do básico.
Para ir além do boleto e do cartão de crédito você pode oferecer pagamento por transferência, débito, pagamento com dois cartões e fazer integrações com facilitadores como Moip e Mundipagg.
Usar inteligência artificial para vender não é nenhuma novidade, os chatbots vieram para ficar, tornando a comunicação com o cliente mais rápida, acessível e barata.
No entanto, é interessante utilizar parte do seu tempo para personalizar a experiência com os chatbots da sua loja, deixando a conversa o mais próximo possível de um diálogo humano.
Para começar, faça uma análise sobre as principais dúvidas que você recebe dos seus consumidores e a partir disso crie suas respostas automáticas. Isso diminui o tempo de espera no atendimento e resolve as dúvidas mais simples e rápidas dos consumidores.
Essa é uma dica para quando você for construir os seus textos, principalmente em campanhas segmentadas. Cada tipo de público-alvo interpreta o que você diz de uma forma diferente. Ou seja, se você utilizar gírias atuais em uma postagem é bem provável que seu público com mais de 50 anos não entenda do que você está falando.
Portanto, faça um estudo sobre o tom de voz mais adequado para utilizar nos seus textos, encontrando palavras e expressões que mais se encaixam nas suas descrições, na sua forma de atender o cliente e que vão de encontro a identidade da sua loja.
Caso o seu público tenha uma grande variação de idade, tente encontrar um meio termo que seja bom para todos ou trabalhe sempre com segmentação.
Fotos e vídeos tem o poder gerar ou cancelar uma venda, independentemente do quão bom seja o seu produto. Uma imagem ruim vai afastar o cliente.
Procure sempre trabalhar com imagens em alta resolução, mostrando bem o seu produto e destacando cada detalhe. Não se esqueça de também incluir imagens do produto em uso, mostrando o seu contexto e como ele pode ajudar a resolver o problema do consumidor.
Para pequenos e-commerces, exibir uma imagem real e de qualidade do produto pode ser o fator definitivo na hora da finalização de uma compra.
De tempos em tempos surgem memes que estouram nas redes sociais, já tivemos alguns clássicos como “já acabou, jéssica?” ou “três reais”.
O fato é que esses memes acabam grudando na mente das pessoas e são repetidos exaustivamente em cada canto da internet.
Muitas marcas se aproveitam dessas tendências e criam suas próprias versões desses memes, engajando consumidores e conseguindo um bom alcance orgânico.
Mas seja rápido, pois da mesma forma como esses memes ficam populares rapidamente ele também ficam saturados com a mesma velocidade.
Resumindo: existem opções para que pequenos e-commerces possam lutar e se manter relevantes no comércio eletrônico. Encontre o seu nicho e trabalhe essas ações para atrair consumidores e divulgar a sua loja online.
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Fonte: Practical Ecommerce
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Para ajudar nessa análise selecionamos os principais dados divulgados sobre a data, desde a quantidade de vendas até as principais reclamações dos consumidores.
Juntamos aqui um estudo realizado pela Social Miner, dados divulgados pelo Procon e também informações dos Correios. Tudo para traçar um panorama geral da Black Friday 2019.
Começando pelo levantamento realizado pela Social Miner em parceria com a Compre & Confie, Anymarket, Vindi e Octadesk, que juntos analisaram uma base com mais de 40 milhões de cadastros entre consumidores e lojistas.
Para entender melhor o comportamento do consumidor, o relatório trouxe dados sobre o mês todo de novembro, mostrando a evolução de visitas e vendas durante todo o período e quais foram os picos de acesso.
Ao longo de novembro as visitas permaneceram estáveis, e isso se manteve até as vésperas da Black Friday, com o pico de visitas acontecendo entre a madrugada de quinta (28) para sexta (29).

Esse ano, as mulheres foram a maioria no tráfego durante a Black Friday com 53,6% das visitas contra 46,4% dos homens.
As principais categorias visitadas por todo esse público durante o mês de novembro foram:
Esses visitas foram refletidas nas vendas, com as mesmas categorias aparecendo entre as mais vendidas, como veremos a seguir.
De acordo com o relatório, o faturamento no e-commerce no mês de Novembro foi de R$11,95 bilhões, um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período de 2018. Além disso, novembro foi responsável por 28,29% das vendas realizadas no segundo semestre.

Apesar do aumento nas vendas, o ticket médio não sofreu grande variação em relação a 2018, aumentando apenas 2,6% e fechando em R$467,3.
Já a categoria que registrou a maior quantidade de pedidos durante a Black Friday 2019 foi Beleza, com 40,9% de participação.

Outro dado interessante a ser analisado é sobre os dispositivos utilizados para realização das compras. Apesar do crescimento no acesso por dispositivos móveis, a maioria dos consumidores preferiu finalizar suas compras utilizando um computador.
Assim, as vendas por dispositivos ficaram da seguinte forma:
Esses números podem representar a insegurança que o consumidor ainda sente em finalizar a compra pelo celular.
Por fim, um fator que pode ter ajudado no aumento das vendas foi a queda no valor do frete, já que ele é sempre apontado como um dos motivos principais para abandono da compra.
Em comparação com novembro de 2018, esse ano o frete teve uma queda de 15,6%, ficando em média R$17,90 para o consumidor.
Em relação ao atendimento, a Black Friday desse ano deixou bem claro a importância do chat e do telefone, sendo esses dois meios os mais utilizados pelo consumidor para entrar em contato com as lojas.
O telefone foi utilizado por 50,34% dos consumidores, o chat por 26,85% e o e-mail por 22,82%.
O chat foi o meio de contato que teve o crescimento mais expressivo em relação a 2018, quando foi utilizado por apenas 16,67% dos consumidores.
Esse aumento nas interações por chat mostram a necessidade do consumidor em ter uma resposta imediata para suas dúvidas durante uma liquidação como a Black Friday e isso pode ser decisivo na conversão.

Apesar da expansão das transportadoras, muitos lojistas ainda utilizam os Correios como principal meio para enviar seus produtos.
A empresa também divulgou alguns dados sobre a quantidade de encomendas postadas pós Black Friday.
Na segunda-feira (02/12), foram recebidos mais de 2 milhões de objetos, marcando o maior número de encomendas da história dos Correios em um único dia. Em 2018 foram recebidas 1,5 milhões de encomendas.
Até o final da terça-feira (03/12) foram contabilizadas 4,7 milhões de encomendas, fazendo dessa a maior Black Friday da história dos Correios.
Em comparação com 2018, o Procon registrou um aumento de 45% nas reclamações referentes à Black Friday 2019.
No total, foram realizados 1079 atendimentos, sendo 653 reclamações e 426 consultas e orientações.
Esse ano, as campeãs de reclamações foram as redes de fast food Burger King e McDonald’s. As promoções de ambas as redes dependiam do uso de aplicativos próprios e do Mercado Pago, que estavam inoperantes em vários momentos durante a Black Friday.
O ranking das maiores reclamações ficou assim:
Em geral, todos esses dados mostram que a Black Friday 2019 foi um sucesso de adesão de público e que ainda existem muitos pontos a serem melhorados, principalmente em termos de atendimento e funcionamento do serviço prestado.
É interessante ver onde seu e-commerce se enquadra nesses dados e como você pode melhorar para o próximo ano.
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A pesquisa foi realizada com 1500 consumidores online de todo o País, e vem para entender como o consumidor se relaciona com a data, auxiliando e melhorando o desempenho de lojistas e parceiros do Google na Black Friday desse ano.
Os números são positivo, pois demonstram um aumento de 8 milhões de consumidores se envolvendo com a Black Friday 2019 em relação a 2018.
Além do aumento na intenção de compra, a pesquisa também mostrou que a data já é conhecida pela maioria dos brasileiros. Do total de entrevistados, 99% disse que já sabem do que a data se trata, e 76% dos consumidores já entendem que o evento não se resume a apenas um dia, podendo se estender pela semana da Black Friday, dias posteriores e até o mês todo de novembro.
Mesmo sem saber como vão ser as promoções, 69% dos consumidores já sabem em quais categorias pretendem comprar na liquidação desse ano, sendo que 87% dos entrevistados pretende comprar em mais de uma categoria, com uma média de 6,5% de categorias por consumidores. Em relação a 2018, eram apenas 3,9% de categorias.
Como consequência, muitas categorias tiveram um aumento significativo na intenção de compras:
Além do aumento nas vendas dessas categorias, o Ticket Médio esperado também é bem alto. De acordo com as respostas, o valor médio previsto nas compras é de R$1,3 mil.
Outro dado interessante é sobre a relação de compras online e off-line. Para esse ano, a previsão é que as compras se equiparem nesses dois canais.
A pesquisa mostra uma tendência de compra bem próxima, com 38% dos consumidores pretendendo comprar apenas em lojas online, e 37% apenas em lojas físicas. Os outros 25% pretendem comprar em ambos os canais.
Esses dados revelam a importância de ter uma operação que atue em ambos os canais, oferecendo a comodidade para que o cliente escolha como e onde quer comprar.
Sobre a forma como escolhem onde comprar os produtos, 53% dos consumidores disse que o valor das mercadorias é o fator principal, porém, outros fatores como confiança na loja, entrega, logística, experiência do consumidor com a loja e inovação também tem um grande peso na escolha.
Em resumo: a pesquisa mostra que o consumidor já está mais familiarizado do que nunca com a Black Friday e que é necessário que as marcas trabalhem cada vez mais a confiança e a qualidade no trabalho oferecido, atraindo novos consumidores e sendo lembrada em datas comemorativas.
Criar condições favoráveis para seus clientes e reforçar o fator credibilidade serão fundamentais para se dar bem na Black Friday 2019.
Prepare-se e boas vendas.
Com informações do E-commerce Brasil
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]]>O post 47% dos consumidores pesquisam online antes de comprar em lojas físicas, aponta estudo apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>A pesquisa constatou que a internet tem melhorado a experiência de compra até mesmo em lojas físicas. Confira os principais resultados:
A pesquisa levou em conta o comportamento dos consumidores nos últimos 12 meses e fez uma comparação entre os processos de compra online e off-line.
Os resultados mostraram que 47% dos consumidores costumam pesquisar online antes de comprar um produto em uma loja física. Esse hábito é motivado principalmente para:
Apenas 18% compram direto em loja física sem realizar nenhum tipo de pesquisa antes, e cerca de 35% diz que recorre a pesquisa eventualmente, dependendo do produto ou serviço que procuram.
Sobre os produtos mais buscados antes de uma aquisição em loja física, os eletrodomésticos ficam em primeiro lugar:
Para buscar mais informações sobre esses produtos, a maioria dos consumidores costuma consultar reclamações de outros usuários e o próprio site da empresa onde pretende comprar. O Reclame Aqui é o favorito na hora da pesquisa:
Se muitos consumidores estão consultando a internet antes de comprar em lojas físicas, o caminho inverso também está acontecendo, com clientes visitando lojas físicas para conhecer o produto antes de comprar online.
A pesquisa verificou que esse hábito já é presente em 25% dos consumidores. Os principais motivos para essa atitude estão relacionados a:
A maioria dos clientes (44%) só faz essa consulta em loja física ocasionalmente, dependendo do produto ou serviço que buscam, enquanto 30% dos consumidores compra online sem fazer nenhuma pesquisa em loja física.
O estudo também analisou a preferência dos consumidores entre lojas virtuais e físicas. De modo geral, preço e praticidade são vistos como fatores positivos das compras online.
Confira os principais fatores positivos vistos pelos consumidores:
Já nas lojas físicas, os fatores positivos apontados são:
A pesquisa foi realizada entre os dias 08 e 18 de maio de 2018 e ouviu 815 consumidores de todo o país. Você pode acessar o resultado completo da pesquisa aqui.
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]]>O post Pesquisa destaca evolução do e-commerce brasileiro apareceu primeiro em Blog Shoppub.
]]>Realizada desde 2015, a pesquisa, “O Perfil do E-commerce Brasileiro 2018”, computou dados de mais de 20 milhões de sites brasileiros e foi realizada no período de maio de 2017 a maio de 2018. A seguir, você confere os principais pontos do estudo:
Atualmente, as lojas online representam 5,63% dos sites ativos no País, um total de 675 mil e-commerces. Esses lojistas se mostraram atentos as mudanças do mercado, apostando em versões responsivas de suas lojas.
Em 2017, apenas 24,2% das lojas possuíam uma versão mobile. Esse número subiu para 76,36%, mostrando que as lojas estão se adaptando ao aumento dos acessos por smartphones, tablets e afins. Além disso, lojas 100% responsivas são melhores ranqueadas pelo Google.
Também houve um aumento em lojas com aplicativos próprios, em 2017 apenas 3,47% das lojas contavam com aplicativo, esse número cresceu para 13,86%.
Um dado curioso mostrou que houve um aumento na quantidade de produtos mais baratos no comércio eletrônico. Foi observado um preço médio abaixo de R$100, relativo a todos os produtos de uma loja, em cerca de 84% das lojas online do Brasil.
Também foi observada uma crescente na oferta de mix de produtos. Lojas online com mais de uma centena de produtos variados representam 33,51% do mercado. Por outro lado, as lojas de nicho, com até dez tipos de produtos oferecidos, tiveram uma queda de 18,73% e agora somam 58% de participação no e-commerce.
Além disso, tivemos um aumento considerável no número de lojas físicas que também possuem uma loja online. Em 2017, apenas 4,93% dos e-commerces trabalhavam no mundo físico e na internet. O resultado da pesquisa mostrou que esses e-commerces agora representam 13% do mercado.
A quantidade de grandes lojas, com mais de meio milhão de visitantes mensais, também cresceu, representando 7,53% das lojas do e-commerce, ante a participação de 0,17% no ano anterior.
As redes sociais ganham cada vez mais força como um dos principais meios de contato com os consumidores. Atualmente, cerca de 80% das lojas online utilizam as redes sociais para promover as suas vendas, um aumento de 8% em relação a 2017.
O ranking das redes mais usadas ficou assim:
– 71% das lojas tem presença no Facebook,
– 43% no Twitter,
– 31% no Youtube,
– e 16% no Instagram.
Infelizmente, a pesquisa demonstrou uma queda na preocupação dos lojistas com a segurança das suas lojas. No ano passado, cerca de 91% das lojas utilizam protocolos de segurança SSL, esse número caiu para 74% esse ano.
Apesar de ainda ser um valor alto, essa queda preocupa, pois, um dos motivos que mais afligem os consumidores na hora de comprar pela internet é em relação a segurança dos seus dados.
Confira todos os destaques da pesquisa no site do PayPal.
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