soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/blog3shoppubcom/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170O post Relatório: O Comportamento do consumidor online em 2018 apareceu primeiro em Blog Shoppub.
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O relatório, que contou com dados de mais de 35 milhões de consumidores cadastrados, traz insights sobre vendas, categorias e as principais datas para o comércio eletrônico.
Um dos grandes destaques do relatório são os dados de vendas do segundo semestre, que concentrou 60,45% das vendas do ano, enquanto o primeiro semestre ficou com 39,55% das vendas.
Esse aumento foi impactado principalmente pela Black Friday, que sozinha representa 1,88% do total de acessos no ano, um volume 6,5 vezes maior do que o Dia do Consumidor em 15 de março, segunda data com o maior número de tráfego.
O aumento de visitas pode ser explicado pela expectativa que a Black Friday gera no consumidor, que procura por novos sites em busca das melhores ofertas. Esse também é um ótimo momento para cadastrar novos leads e trabalhar para que eles se tornem clientes fidelizados.
Já nas categorias de produtos, o destaque ficou para o seguimento de Beleza e Saúde, com 35,78% das vendas. O Top 5 das categorias mais vendidas ficou assim:
Na divisão por gêneros, as mulheres consumiram mais nas categorias de Bebês (92,41%), Moda (89,23%) e Beleza e Saúde (83,63%). Enquanto os homens concentraram suas compras em Informática (92,58%), Bebidas (70,12%), e Eletrônicos (65,54%).
Na variação de vendas por região, o Sudestes teve a maior participação com 67,29% das vendas. São Paulo foi o estado que mais contribuiu com esse número, tendo 40,49% de participação.
O relatório também analisou as variações de vendas de acordo com o dispositivo utilizado.
O mobile continua crescendo nas vendas no e-commerce e já corresponde a 24% das vendas totais, mas o Desktop continua na frente com 76% das vendas.
Porém, quando analisadas por categorias, algumas vendas já se aproximam do total vendido no desktop. No mobile, a categoria de móveis vendeu cerca de 46,7%.
Além dessas informações, o relatório também conta com análises detalhadas das principais datas do comércio eletrônico, métodos de pagamento, canais de atendimento e ticket médio.
Para acessar o estudo completo, clique aqui.
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]]>Marcada para 23 de novembro, espera-se que a Black Friday desse ano receba cerca de 4 milhões de pedidos, uma alta de 6,4% em relação ao ano anterior. O ticket médio também deve ter alta, ficando em R$607,50, um crescimento de 8%.
O estudo da Ebit/Nielsen ainda aponta uma consolidação da data como uma das mais importantes do e-commerce nacional, cerca de 88,6% dos consumidores tem intenção de comprar na Black Friday, e apenas 35% dos consumidores ainda desconfiam dos descontos oferecidos na data.
A credibilidade continua sendo um fator fundamental para a Black Friday, cerca de 39% dos consumidores disseram que a confiança na marca é determinante na escolha de onde comprar. Além disso, um menor prazo de entrega também é fundamental para 26% dos compradores.
Apesar da Black Friday ser celebrada em apenas uma sexta-feira, é comum que muitos lojistas utilizem o período pré e pós data para expandir as ofertas. Esse comportamento já é conhecido dos consumidores, o que faz com que eles distribuam suas compras ao longo da semana em que o evento acontece.
A maior parte dos consumidores, 46%, pretende realizar suas compras na sexta-feira, outros 22% pretendem comprar após a data, entre os dias 24 e 30. Já 13% preferem aproveitar promoções pré Black Friday, entre os dias 16 e 22.
Mesmo com a proximidade com as festas de fim de ano, a Black Friday não deve representar uma ameaça as vendas de Natal. Apenas 26% e 20% dos consumidores pretendem aproveitar a data para adiantar as compras de natal e “comprar algo para a família” e “dar de presente”, respectivamente.
A grande maioria dos consumidores, 69%, pretende comprar algo para uso próprio.
A pesquisa da Ebit também questionou quais as categorias mais desejadas pelos consumidores nesse ano. O Top 10 ficou assim:
Para realizar o estudo, a Ebit/Nielsen conduziu um questionário online que contou com a participação de 3013 consumidores entre os dias 25 de julho e 14 de agosto de 2018.
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]]>A Filmora fez uma análise de quais podem ser as novas tendências nas redes sociais para 2018, considerando o crescimento constante dessas plataformas e das novas tecnologias.
Facebook, Snapchat, Instagram e Twitter estão investindo cada vez mais em vídeos para aumentar o engajamento e conseguir novos usuários.
– 80% da interação na internet em todo o mundo será feita por vídeos até 2020
– 87% dos publicitários usam vídeos nas suas campanhas
– 95% da mensagem é absorvida pelos telespectadores de um vídeo, enquanto apenas 10% é absorvida em posts com textos
Seguindo a tendência de maior quantidade de vídeos, as lives também ganharão mais espaço.
– O Streaming de vídeos está no caminho de se tornar uma indústria de $70 bilhões até 2021
– 80% dos consumidores diz preferir assistir uma live de uma marca do que ler posts
– Os vídeos feitos no Facebook Live tem 3x mais público do que os vídeos comuns
Quando falamos de conteúdo efêmero estamos nos referindo a postagens com um curto período de vida, como os storys e snaps que duram apenas 24h.
Essas mídias possuem um auto engajamento com seus usuários e são produzidos primariamente para dispositivos móveis.
Instagram e Snapchat devem ser considerados como um canal de investimento para a sua marca no próximo ano e nos anos seguintes.
A Realidade aumentada é uma forma criativa e inovadora de se conectar com o público e com os consumidores.
O poder de envolvimento desse tipo de tecnologia pode ser visto em jogos como Pokémon Go e o desenvolvimento de tecnologias específicas para realidade aumentada nas redes sociais, como o Facebook Camera Effects e a futura plataforma do Snapchat.
As redes sociais são usadas principalmente para aproximar o relacionamento de uma marca com seus clientes. E através dos chatbots é possível programar algumas respostas em tempo real para esses consumidores.
Essas respostas prontas podem ser algo como “Obrigado pelo contato, em breve responderemos a sua dúvida”, ou respostas mais complexas de acordo com a mensagem recebida.
Alguns dados sobre os chatbots:
– 12 mil bots estão ativos mensalmente no Messenger do Facebook
– Estima-se que 30% das conversas serão com chatbots em 2018
– 80% dos chatbots podem ser usados de forma eficiente em serviços que funcionem 24h
A Geração Z, nascidos entre 1995 e 2012, é considerada a primeira geração verdadeiramente digital. Eles não conhecem um mundo em que a internet não tenha feito parte da vida deles.
As marcas precisam ajustar suas ofertas para ir de encontro com as necessidades dessa geração que possui um poder de compra em crescimento no mercado.
As redes sociais mais utilizadas pela Geração Z
– 31% Youtube
– 24% Instagram
– 14% Snapchat
– 11% Facebook
– 8% Tumblr
– 5% Twitter
– 5% Outras
– 2% Pinterest
Os influenciadores ainda possuem um papel importante no marketing online, e esse papel vai continuar sendo exercido, visto que eles conseguem aumentar em até 10 vezes a taxa de conversão de uma marca.
Cerca de 90% das pessoas que já utilizaram marketing por influenciadores acreditam que essa é uma técnica de marketing efetiva e que certamente dará bons resultados.
Além disso, 49% dos usuários do Twitter e Instagram confiam nas recomendações dos influenciadores digitais.
A média de tempo que um usuário passa nas redes sociais no seu Smartphone é significantemente maior do que o tempo gasto em um computador tradicional. Isso significa que otimizar o seu conteúdo para dispositivos móveis vai ser ainda mais importante do que já é.
No caso de redes como o Snapchat isso é essencial, já que ele foi desenvolvido exclusivamente para smartphones.
Os aplicativos de mensagens são cada vez mais populares e representam uma boa participação no dia-a-dia dos usuários.
Apesar disso, ainda não é muito claro como as marcas podem usufruir desse uso para o seu benefício, visto que os usuários consideram os aplicativos de mensagens como algo mais particular e que seria muito intrusivo receber mensagens de propagandas.
Mesmo assim, alguns aplicativos, como o Messenger do Facebook, devem receber suporte para anúncios em breve.
Caso queria ver o infográfico completo (em inglês) desenvolvido pela Fimora, acesse esse link.
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