A psicologia por trás da Call to Action – Parte 2

A psicologia por trás da Call to Action

Nesse post vamos apresentar a segunda parte do texto sobre a psicologia por trás da Call to Action, para acessar a primeira parte clique aqui. No primeiro post falamos sobre Antecipação e Expectativa, agora vamos falar sobre Recompensa e Foco no Usuário.

 

3 – Recompensa

Quando você cria antecipação e expectativa, você também precisa de uma recompensa. Nesse caso, a recompensa é ter a sua expectativa saciada ao encontrar uma call to action.

Recompensa é uma das funções mais básicas do cérebro humano, e é uma das experiências mais satisfatórias para o ser humano. É um dos principais motivadores para que as pessoas façam algo, incluindo seu trabalho. E por alguma razão, a recompensa parece ser mais intensa se usada com botões.

As pessoas amam botões, pense no que você faria se alguém te dissesse para não apertar um botão e saísse da sala por 2 minutos. Veja o painel do seu carro, os ícones na sua área de trabalho, ou a sua cafeteira. As chances são grandes de que quase todas essas coisas possuam botões.

Botões são recompensadores. E eles são especialmente recompensadores quando você pode apertá-los e ganhar algo que você queira, o que é exatamente o que uma call to action faz.

 

Como recompensar com CTAs

Então como recompensas e botões funcionam na call to action?

Bem, faça a sua call to acion ser uma recompensa. Faça um grande e lindo botão que as pessoas mal possam esperar por clicar, e quando elas clicarem, faça o botão ser pressionado pelo clique.

Use uma linguagem recompensadora na sua call to action. Palavras curtas, simples e práticas como adquira, comece e descubra proporcionam uma sensação que aumenta a antecipação do usuário, satisfaz a expectativa dele e direciona para a recompensa.

Por último, prometa ao usuário que ele terá mais conteúdos com o tempo. Todo mundo gosta de algo grátis de vez em quando, seja um software para teste ou um novo PDF.

 

4 – Foco no usuário

Esse é o tópico mais óbvio dessa lista, e você provavelmente já ouviu falar disso milhões de vezes. Mas o que você não deve ter ouvido é que o foco no usuário não necessariamente tem que estar relacionado com a experiência que o usuário tem com o seu produto, serviço ou empresa, você pode traduzir esse foco no seu texto.

A forma mais comum de fazer isso é direcionar o seu texto para o leitor. Usar “você” gera um diálogo melhor do que “ele” ou “ela”, é como se você estivesse falando diretamente com o leitor. Texto em terceira pessoa traz a sensação de estar lendo um livro, segunda pessoa é como se estivesse em uma conversa.

Pode não parecer uma grande diferença, mas cria uma grande mudança no seu tom, acessibilidade e na sua escrita em geral.

 

Como focar no usuário

Usar a segunda a pessoa serve para se dirigir aos seus usuários no texto, mas você deve mudar para primeira pessoa na call to action. Em teoria, isso passa a ideia de que você teve uma conversa com o usuário, e então você deu ao seu usuário a escolha de clicar ou não na CTA. A call to action entrega o controle ao seu leitor e deixa que eles tomem a decisão.

Não existe um motivo claro do porque o uso da primeira pessoa é tão útil em call to action, mas provavelmente tem relação com o fato de que as pessoas gostam de estar no controle de suas próprias ações. Mesmo que a call to action seja uma sugestão sua, as pessoas querem sentir que a decisão de clicar é delas.

 

Fonte: Webpage FX

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